A VIOLÊNCIA NÃO PARA

Violência

Estamos cansados de assistir cenas de violências que se repetem a cada dia.

A todo instante vem aos nossos olhos imagens de televisão onde assaltantes matam por quaisquer motivos, e pessoas se desentendem por assuntos banais provocando ferimentos graves ou mesmo morte.

Embora o cenário seja bem atual, o tema é bem antigo.

Logo nos primeiros capítulos do livro de Gênesis, a partir do capítulo três, as cortinas se abrem e um desenrolar de fatos tristes começa a acontecer: desafio e desobediência às ordens de Deus, mentiras e contradições, revolta, ódio e assassinato, e tudo proveniente da entrada do pecado no coração do primeiro casal.

Entre tamanho caos e depravação surge um homem chamado Lameque, descendente direto do primeiro criminoso Caim, casado com duas mulheres que se vangloria de ter matado um homem em legítima defesa que o feriu, e um moço por lhe ter pisado. (Gen.4:23). Então, claro se faz que o ser humano não melhorou através dos anos, como muitos afirmam. Chegamos ao século XXI e a violência de Lameque é a mesma no coração dos homens.

Somente o Evangelho de Jesus tem o poder de modificar esse profundo caos que se instalou em nosso planeta. A religião, os ensinos de pessoas que apresentam suas ideias para melhorar o ser humano, o isolamento da sociedade, as longas orações e jejuns, nada podem fazer em prol da conduta do homem e da mulher. Apenas um coração transformado pelo poder de Cristo poderá banir a violência, e amar aqueles que só sabem odiar. Jesus não somente  ensinou mas nos deu exemplo através de sua vida santa:  “Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, não lhe negues também a túnica”.(Lucas 6:29)

Quando o homem possuir o coração de Cristo será bem fácil imitá-lo em seu viver, pois Ele “sendo injuriado, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente” (I Pedro 2:23).

Façamos desta linda canção nossas palavras:

“Se tu olhares, Senhor,  pra dentro de mim nada encontraras de bom!

Mas um desejo eu tenho de ser transformado; preciso tanto do seu perdão,

dá-me um novo coração.

Refrão:

Dá-me um coração igual ao teu, meu Mestre;
Dá-me um coração igual ao teu, coração disposto a obedecer, cumprir todo
Teu querer, dá-me um coração igual ao teu”.

Que assim seja

©Orlando Arraz Maz

Esta entrada foi publicada em ARTIGOS. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *