COMO VAI SUA LÍNGUA?

Língua

“Vejam como um grande bosque
é incendiado por uma simples fagulha”. (Tiago 3:5)

 

 

 

 

 

A língua é descrita na carta de Tiago como um órgão pequeno que está oculto na boca, com capacidade para fazer coisas boas e más. E esta é uma verdade incontestável, assim como toda a revelação de Deus. Em suas instruções, Tiago usa quatro figuras de linguagem: freio, leme, fogo, fera selvagem. Destas, o fogo é bem conhecido de todos pelos estragos e destruição que causa. E Tiago afirma: “Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha”

Lamentavelmente a língua tem produzido mais estragos do que benefícios entre as pessoas. Ela é causadora de calúnias, maledicências, fofocas, e atinge pessoas que são impedidas de se defenderem, uma vez que no momento estão ausentes.

No livro de Provérbios há muitas lições sobre o uso da língua, e em todas Deus manifesta sua reprovação. Vejamos:

“Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que ele detesta: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos. (Provérbios 6:16-19).

Por sua vez o apóstolo Paulo dá instruções a Timóteo em sua primeira carta, referindo-se às mulheres idosas, o que não exclui todas as mulheres e homens: “Além disso, aprendem a ficar ociosas, andando de casa em casa; e não se tornam apenas ociosas, mas também fofoqueiras e indiscretas, falando coisas que não devem. (1 Timóteo 5:13 )

Diante de tantas instruções, melhor seria usarmos nossa língua para falar coisas agradáveis e verdadeiras, e fugirmos da tentação em proferir um julgamento antecipado sobre a vida das pessoas.

O sábio Salomão ao escrever seus provérbios, ensina: “Quem é cuidadoso no que fala evita muito sofrimento”. (Provérbios 21:23). Uma pequena palavra censurando alguém pode transformar-se numa fagulha, e incendiar uma boa reputação.

Que o Senhor nos ajude a controlar nossa língua.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

Esta entrada foi publicada em ARTIGOS. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *