JESUS – O MELHOR ALIMENTO DA ALMA

pássaros

Há neste versículo uma grandiosa promessa feita por Deus, que manda seu povo, os resgatados da terra do Egito, a abrirem a sua boca para serem totalmente satisfeitos.

Entretanto, o próprio Salmo nos esclarece que o povo não deu crédito, nem quis ouvir a mensagem de Deus. E sofreram as trágicas consequências.

Lendo este Salmo e concentrando sua atenção neste versículo, Jorge Muller depositou sua fé em Deus, e colocou no seu coração o desejo de construir um orfanato na sua total dependência. E os resultados positivos tão conhecidos por todos foram surpreendentes.

Mas o que eu preciso aprender deste salmo? O que ele deseja fazer com a minha vida?

O primeiro passo é confiar em Deus e obedecê-lo. É Ele quem manda abrir a boca com o desejo de saciar-me.

Entretanto, custa-nos obedecer. Desejamos seguir nossos passos, e, via de regra, fracassamos.

Relutamos em abrir nossa boca e deixamos de receber o nutritivo alimento de Deus. Não o alimento para nossos corpos, mas para nossa alma que nos satisfaz para a eternidade.

Com nossas bocas fechadas numa recusa efetiva em receber a Palavra de Deus como alimento, as bênçãos não acontecem e as  frustrações só se acumulam.

Eu preciso abrir bem a minha boca e ser saciado pela palavra de Deus.

Há alguns dias vi uma cena na televisão que chamou minha atenção: pássaros num ninho de joão-de-barro sendo alimentados pela mãe. E nitidamente via-se a boca de todos eles bem abertas esperando pelo alimento.

Deus queria alimentar seu povo com o trigo mais fino da terra e saciá-lo com o mel saído da rocha (vers.16). Mas o povo não aceitou este alimento. E tornou-se um povo infeliz e triste.

 Jesus Cristo, o trigo puro, sem mistura de pecado, é o pão descido do Céu. É Ele quem diz: “Eu sou o Pão da vida, aquele que vem a mim jamais terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede”. (Ev. João 6:35).

 Jesus é o Verbo de Deus – a Palavra – e quando é saboreada pelo espírito, se torna mais doce do que o mel. “Quão doces são os teus decretos ao meu paladar. Mais que o mel à minha boca” (Salmos 119:103).

Que eu tenha experiências notáveis como George Muller e tantos outros. Para isso é preciso obedecer, confiar, e abrir a minha alma para ser fartamente alimentada.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz

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