VOCÊ SABE ESPERAR?

 

Esperei com paciência no SENHOR,
e ele se  inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo,
pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos.
E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus;
muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR.
(Salmo 40:1 a 3)

 Como é difícil esperar! Posso falar por experiência própria, pois vivemos em tempos onde a pressa assume sempre o primeiro lugar. No computador queremos urgência; a espera para consulta é angustiante; na fila de Banco, nem se fala. E quando se trata de enfermidade e a cura não vem, a espera é terrível.

O autor deste Salmo fala com propriedade, pois aprendeu esperar. Longos anos se passaram para assumir o reino de Israel, e quando seus amigos sugeriam-lhe apressar matando o rei Saul, a ideia era descartada prontamente. No tempo certo, no tempo de Deus, tornou-se rei de Israel, e tal espera foi de aproximadamente quinze anos.

Jesus Cristo é outro exemplo de perfeita paciência. O maior e o mais sublime, embora seu nome não apareça no Salmo. Ele esperou com paciência o tempo certo para ser entregue à morte de cruz: aproximadamente 33 anos. No Getsêmani clamou ao Pai, até que sua oração foi ouvida, pois ao terceiro dia ressuscitou.

A demora na resposta às nossas orações não  significa esquecimento ou recusa por parte de Deus, pois Ele responde no momento mais apropriado e sempre  cumpre seu querer.

Alguém falou:

“O socorro de Deus não vem cedo demais, do contrário não teríamos a ventura de confiar em meio às trevas”.

“Também não vem tarde demais, do contrário experimentaríamos a angústia de confiar em vão”.

A vida é repleta de covas profundas, de armadilhas em cada canto, e de pântanos assustadores que atolam nossos pés.

O poço profundo pode ser uma doença temível, a falta de pão para os filhos, o desemprego, o lar despedaçado, o casamento destruído; o pântano pode ser a dor causada pela morte, lacuna deixada para sempre.

Nestas circunstâncias, oportunas são as lições deixadas por Davi:

 1)esperar com paciência;

2)Clamar ao Senhor;

Resultado:

3) Saída do lago horrível;

4)Do charco de lodo;

5)Pés na rocha;

6)Cântico na boca.

Quando clamarmos ao Senhor, e somente a Ele, e esperarmos com paciência mesmo sendo difícil, a situação será revertida.

Ele nos tomará pela mão, nos levará até à Rocha que é Jesus Cristo, e fará com que cantemos novamente. “E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus”

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz

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CELEIROS CHEIOS. DE QUE?

E assim direi à minha alma:
tens grande quantidade de bens,
depositados  para muitos anos;
agora tranquiliza-te, come, bebe e diverte-te!
(Lucas 12:19)

E interessante notar a divulgação que se faz nos meios de comunicações, quando morre um artista bastante conhecido, notadamente no campo musical. Falam da sua capacidade extraordinária, de seu talento, e da sua dedicação até o fim dos seus dias. Viveu exclusivamente para aquilo que tanto desejava.

Penso na parábola contada por Jesus, do homem cuja fazenda produziu em abundância, e precisou construir celeiros maiores. Depois, falou à sua alma: “Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe, regala-te”. (Lucas 12:19).

Dentre tantos artistas há os que foram construindo “celeiros” cada vez maiores, e contentes com sua produção, que também falaram à sua alma e se esqueceram de falar com Deus. Aplaudidos pelos homens e reprovados por Deus.

O fazendeiro da história contada por Jesus teve seus projetos frustrados, e nem sequer conseguiu construir o último deles.

Falou à sua alma pensando ser seu dono, e não teve a resposta que esperava. Seus projetos foram maiores que sua vida.

Quando as aspirações não seguem na direção do céu revestem-se de uma capa bastante frágil e inconsistente, onde Deus não pode ser divisado.

Quem parte desta vida com os celeiros cheios de Deus, receberá dele os seus aplausos. Nas palavras do salmista, “O Senhor se agrada dos que o temem, daqueles que depositam sua esperança em seu amor leal e perene”. (Salmo 147:11)

Entretanto, as glorias e as honrarias dadas neste mundo, onde os celeiros se abarrotam se desfazem e viram fumaça.  E Jesus conclui sua história afirmando as palavras de Deus:  ‘Tolo! Esta mesma noite arrebatarei a tua alma. E todos os bens que tens entesourado para quem ficarão?’

Os celeiros cheios que satisfazem a Deus consistem em uma vida cujo prazer é obediência e temor à sua Palavra, o que é repudiado e desprezado por muitos.

Que nossas vidas produzam frutos que glorifiquem a Deus, e que  sejam depositados em quantidades inumeráveis de celeiros nos céus.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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BATISMO – UM DIA ESPECIAL

“E disse Felipe: é lícito, se crês de todo o coração.
E, respondendo ele, disse:
Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.
Mandou parar o carro, e desceram ambos à água,
tanto Filipe como o eunuco, e Filipe o batizou”.(Atos 8:37,38)

 

 

 

 

 

 

Gostaria de parabenizar o casal Alex e Léo,irmãos em Cristo, que deverão passar pelas águas do batismo no dia 15 de abril, com o desejo das mais ricas bênçãos de Jesus,sabedoria e forças para andarem nesse “novo e vivo caminho” que lhes foi aberto na cruz.

O batismo bíblico é um acontecimento extraordinário na vida de alguém, que entende,   crê e confessa Jesus Cristo como seu Salvador. É uma data que fica marcada pelo resto da vida. Meus pais sempre contavam do seu batismo e da alegria que sentiram, e muitos anos depois chegou a minha vez de contar para os meus familiares como foi aquele dia. Agora chegou a vez de Alex e Cléo.

No texto em destaque encontramos um homem que passou pela mesma experiência, numa viagem de regresso para sua terra. Ele estava lendo uma passagem no livro do profeta Isaías, e o relato do capítulo 53 chamou sua atenção. Tratava-se do sofrimento de alguém, e ele ficou confuso, se o escritor se referia a si ou a outra pessoa. Nesse instante chegou Felipe, um mensageiro enviado por Deus para explicar-lhe. “Então Filipe tomou a palavra e, começando por esta escritura, anunciou-lhe a Jesus” (Atos 8:35).  E o resultado dessa explanação o levou  à descoberta que aquele homem era o Messias, o sofredor morto na cruz onde pagou seus pecados. No mesmo instante creu em Jesus Cristo, e pediu que para ser batizado. “E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus; mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e Filipe o batizou”. E o viajante seguiu sua viagem jubiloso.

O batismo é um ato que nos identifica com Jesus, e declara de maneira pública que cremos nele como Salvador. Não serve para nos purificar, nem tampouco para nos salvar. Portanto, é um ato de obediência à sua Palavra.

O apóstolo Paulo nos ensina, escrevendo sua carta aos Romanos, que o batismo simboliza nossa morte com Cristo, e ao levantarmos das águas nossa ressurreição, demonstrando um novo viver. “Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” (Romanos 6:4)

Que nossos amados irmãos ao darem este bendito passo, possam sair das águas com júbilo, e prosseguir sua jornada neste mundo, testemunhando que em Jesus há plena e perfeita salvação.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

 

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COMO VAI SEU CORAÇÃO?

O tempo que gastamos em exames médicos é demasiadamente grande. Hoje, pelo menos, o meu começou às 8:15 e só terminou uma da tarde. Entretanto, não nos queixamos, pois nossa vida e bem estar dependem deles. Para veias obstruídas há solução, e uma vez desobstruídas a vida segue normal.

Todo este tempo dispendido levou-me a pensar na necessidade de reservarmos um tempo para examinar o nosso coração espiritual. Pode levar menos tempo do que o coração físico, mas se faz necessário e urgente.

Mas, para o coração que Deus aprecia a desobstrução só ocorre quando é injetado o sangue de Jesus. Figurativamente, é claro, pois as Escrituras nos afirmam que “O sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo o pecado”.  (I João 1:7)

Precisamos, sim, examinar o nosso coração no consultório divino, e deixar Jesus proceder sua purificação. O tempo que gastamos é bem pouco, o suficiente para nos ajoelharmos diante dele e confessarmos os nossos pecados. “ Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I João 1:9).

Quando o homem deixar seu coração aos cuidados de Deus, não haverá surpresas desagradáveis, mas abundante paz e alegria, e a garantia de vida eterna.

Então, entre sem demora em seu consultório, a porta está aberta, e Ele te espera.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

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CRUZ – A PORTA QUE DEUS FECHOU

 

 

 

 

 

 

 

 

A cruz foi a porta que Deus fechou, onde a sua misericórdia para Cristo não podia penetrar. Lá Ele se sentiu abandonado por Deus, e seu clamor não pode ser ouvido. Entretanto, as ações de Deus em cumprir as profecias da cruz foram realizadas integralmente. Alguns detalhes são dignos de nossas humildes observações.

Ao passar por todo o sofrimento atroz culminando em sua morte, seu corpo foi retirado da cruz por mãos de seguidores fieis que o amavam. Enquanto os dois malfeitores foram tirados pelos guardas, provavelmente de maneira brutal e sem piedade, Jesus foi tirado da cruz, por certo, carinhosamente, pelas mãos de José de Arimatéia. O apóstolo João em seu evangelho menciona, também, Nicodemos, neste gesto de amor por Cristo. Deus não permitiu que mãos profanas tocassem aquele corpo santo.

Após a retirada do corpo de Cristo, tão maltratado e machucado da cabeça aos pés, conta-nos João que Nicodemos levou cem libras, quarenta e cinco quilos aproximadamente, duma mistura de mirra e aloés, e juntamente com José de Arimateia o envolveram em panos de linho com as especiarias. (Ev. de João 19:39,40). A grande quantidade de especiarias indica o grau de afeição pelo falecido.

Um preparo digno de um Rei, incomparável ante todos os demais que já existiram, pois foi determinação de Deus.

Depois de toda essa preparação, seu corpo foi colocado num túmulo novo, acompanhado das mulheres ali presentes. : “E deram-lhe a sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte, embora nunca tivesse cometido injustiça, nem houvesse engano na sua boca”. (Isaías 53:9).

Mãos carinhosas levaram o corpo de Jesus e o sepultaram. Enquanto os malfeitores seriam jogados em valas comuns, com corpos desconjuntados, o mesmo lugar para o lixo da cidade, Jesus foi colocado num túmulo novo, cumprindo-se assim a profecia de Isaías.

Sim, Deus fechou seus olhos e não ouviu seu lamento na cruz, mas cumpriu sua Palavra e exaltou seu Filho na sua morte, demonstrando, assim, seu amor por nós. Ao terceiro dia o ressuscitou, e triunfantemente saiu daquele túmulo, e após quarenta dias subiu aos céus onde está hoje.

A misericórdia de Deus não O retirou da cruz, mas alcançou o pecador que lá deveria ter morrido.

Que neste dia possamos meditar nesse amor inaudito, e deixar que a verdadeira Páscoa se aloje em nosso coração para sempre, e que a mensagem dos anjos ressoe constantemente dentro de nós: “Ele não está aqui, mas ressurgiu”.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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CINQUENTA ANOS SERVINDO A JESUS CRISTO

Fachada da Casa de Oração de Jardim Beatriz – São Bernardo do Campo – SP

Carta de Deus a uma igreja que comemora  50 anos:

Olá, estou atento para todos vocês nesta data festiva.

Vejo alguns se esforçando na preparação de um programa que me agrada, e que traga bênçãos a muitas vidas.

Vejo outros que estão orando, pedindo-me sabedoria e direção para suas atividades, desejosos de que minha salvação seja recebida por muitas pessoas.

Sem dúvida, esse pedido muito me honra, pois através dos anos tenho levado muitas pessoas a me conhecerem neste lugar onde habito.

Tenho feito grandes milagres em muitas vidas. Há os que nasceram de novo, e passaram a andar nos meus caminhos; há os que impactaram seus familiares e amigos mudando seus corações, e vivendo uma nova vida. Há os que ensinaram a minha palavra aos seus filhos, e hoje vejo famílias abençoadas.

O meu coração se alegra, pois vejo vidas agradecidas pelas respostas às suas orações, alcançando vitórias que concedi a muitos de vocês nas enfermidades.

Vi ainda lágrimas de aflição e desespero sendo derramadas, e prontamente desci para enxuga-las, dando a cura tão almejada.

Nunca me esqueci de cada um de vocês, desde o dia que abriram o coração para eu fazer morada. Esta é uma característica minha, pois tenho a todos gravados nas palmas das minhas mãos. E como a mãe que não esquece seus filhos, assim sou eu.

Como prometi há mais de dois mil anos de que estaria com todos os meus filhos, estarei presente não só nos dias festivos dos 50 anos, mas todos os dias da vida desta igreja, tão amada por meu Filho que tanto a amou e entregou sua vida por ela.

Estarei ouvindo a súplica de todos, bem como a intercessão de muitos em favor daqueles que não estarão em seu aniversário, porque estão com as mãos sem forças e os joelhos vacilantes para me seguirem.

Continuem intercedendo, pois sou o Deus das Maravilhas, Maravilhoso é o meu nome, e sei operar grandes coisas.

Não desanimem. Eis que cedo venho.

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Este meu blog já tem 8 anos, e as meditações são publicadas todas as sextas feiras. Louvo a Deus, pois meu desejo é engrandecê-lo e levar o conhecimento do Evangelho de Jesus Cristo aos corações.

Hoje desejo homenagear a Casa de Oração localizada no Jardim Beatriz – São Bernardo do Campo -, que completa 50 anos, com reuniões nos dias 30, 31 de março e 1º de abril de 2018 .

Tive o privilégio de participar de seus cultos nos primeiros dias, e a honra de conhecer aqueles que fundaram este trabalho abençoado.

Desejo compartilhar com os amigos, leitores deste blog, minha alegria, na certeza de que Deus continuará abençoando esta Igreja até sua volta.

Que as sábias palavras do Apostolo Paulo animem e confortem o coração de todos os seus membros:

Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”.(I Cor.15:57)

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

 

 

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EVANGELHO – PODER DE DEUS

O tema da carta de Paulo aos Romanos é “O Evangelho de Deus”. E com este tema no coração, Paulo inicia uma das cartas mais profundas do Novo Testamento. Ela é diferente de todas as demais, pois trata de verdades fundamentais à fé cristã, originadas na pregação do Evangelho.

O começo de tudo é o Evangelho. Quando a boa semente da Palavra – o Evangelho – é lançada no coração e frutifica, o poder de Deus se manifesta e uma nova vida desponta.

Paulo conhecia muito bem tal processo. A voz de Cristo glorificado ecoou em seus ouvidos e calou fundo em seu coração na estrada de Damasco e, ao levantar-se, era um novo homem. O poder de Deus se instalara em sua vida, e a partir daquele dia Paulo tornou-se um verdadeiro arauto do Senhor Jesus.

Conhecia, finalmente, o poder de Deus revelado no Evangelho. Só o poder de Deus podia implodir aquele coração, reduzi-lo a escombros, e num piscar de olhos, colocar em seu lugar um coração de carne. O milagre do Evangelho!

Até então, Paulo conhecia o poder da religião, das autoridades, da   violência, da calúnia, da maldade, enfim, conhecia o poder das trevas!

Uma vez prostrado na estrada de Damasco, conheceu o poder que vinha do céu e que o transformou em um novo homem.

E ninguém melhor do que Paulo para falar deste Evangelho, que é poder de Deus.

Ao escrever sua carta aos cristãos de Roma, muitos dos quais conhecia apenas por   nomes, deseja escrever-lhes sobre o Evangelho de Deus, contar-lhes porque não se envergonha deste Evangelho, uma vez que nele encontrara a paz para o seu coração.

Talvez muitos novos cristãos se envergonhassem da cruz, considerada loucura para muitos, Paulo desejava animá-los contando-lhes sua própria experiência. Não me envergonho do Evangelho, pois tenho motivos para tanto. Querem saber por que? : ele é o poder de Deus para salvação e não há limites nesse poder. Aquele que fez este universo, o sol, a lua, as estrelas, também preparou uma tão grande salvação (Hebreus 2.3).

A obra prima de Deus – a salvação – teve seu planejamento na eternidade e, porque é “poder”, desceu dos céus e se concretizou aqui na terra cumprindo seu propósito de restaurar o homem perdido. E Paulo podia escrever-lhes com bastante conhecimento, pois este poder o restaurou por toda a eternidade.

Paulo, ainda pode contar-lhes que este poder não discrimina as pessoas. Não as seleciona como fazemos com as frutas — boas e ruins -, esse poder atinge “todo aquele que crê”, não vê raça, cor, posição social. Vê tão somente um coração carente, empedernido.

Como é confortador saber que há um Evangelho que deseja alcançar toda a raça humana, sem qualquer discriminação. Tanto na sociedade corrupta do primeiro século,   como na sociedade do século 21, onde a discriminação permanece (brancos e negros, ricos e pobres).

O Evangelho anunciado por Paulo é poder. É vida. É dinâmico. Enquanto que outros “evangelhos” são anunciados como verdadeiras mensagens mortas, desprovidas de poder, Paulo declara com entusiasmo que seu Evangelho é do céu, que chama os homens das trevas para a luz, do poder de Satanás para o “reino do Filho de Deus”.

E, desta forma, Paulo envia sua carta aos cristãos de Roma com a finalidade de encorajá-los a propagarem esse Evangelho, apresentando a justiça de Deus segundo o princípio da fé.

Diante de tanto empenho da parte de Paulo e de toda a sua coragem em desfraldar a bandeira do Evangelho, resta-nos um exame introspectivo: Como tem sido nossa atuação para com o Evangelho? Temo-lo encarado com certa leviandade, uma vez que já nos apropriamos dele, somos salvos e isto nos basta? Quedamo-nos em nossas igrejas e nos limitamos a anunciá-lo aos perdidos do alto da plataforma?

Muitas vezes o fracasso ronda as mensagens evangelísticas porque falta convicção plena de que o Evangelho é “poder”. Outros se escondem e se omitem, como que envergonhados e desanimados.  A mensagem que pregam já sai sem vida!

Que tal nos inspirar nas lições do apóstolo? Transformar nossas mensagens em verdadeiros desafios ao pecador? Falar de Cristo com plena convicção em todos os lugares (não só do púlpito) e sem qualquer constrangimento?

Quando o pecador ouvir a mensagem do Evangelho pregado com intrepidez, com convicção e, sobretudo, com a unção do alto, o poder de Deus para a salvação vai agir eficazmente, tal qual naquele dia agiu no coração de Paulo.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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