2019 – SEJA BEM-VINDO

 “A duração da nossa vida é de setenta anos;
e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos,
a medida deles é canseira e enfado;
pois passa rapidamente, e nós voamos”.(Salmos 90:10)

Falta pouco para nos despedirmos de 2018. E uma verdade não pode ser deixada de lado: este ano passou muito rápido. E, consequentemente, nossa vida passou da mesma forma. Aliás, é uma afirmação bíblica de Moisés em seu Salmo, sobre os anos de nossa vida: “passa rapidamente e nós voamos”, ou como um “suspiro”. Assim entendia Jó: “O homem, nascido da mulher, é de poucos dias e cheio de inquietação. Nasce como a flor, e murcha; foge também como a sombra, e não permanece”(Jó 14:1,2). “E o apóstolo Tiago, escreve “Que é a vossa vida? “Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece” (Tiago 4:14).

Olavo Bilac, em seu majestoso poema assim se expressa:

O Tempo

Sou o tempo que passa, que passa
Sem princípio, sem fim, sem medida
Vou levando a Ventura e a Desgraça,
Vou levando as vaidades da Vida

A correr, de segundo em segundo
Vou formando os minutos que correm...
Formo as horas que passam no mundo,
Formo os anos que nascem e morrem.

Ninguém pode evitar os meus danos...
Vou correndo sereno e constante:
Desse modo, de cem em cem anos,
Formo um século e passo adiante.

Trabalhai, porque a vida é pequena
E não há para o tempo demora!
Não gasteis os minutos sem pena!
Não façais pouco caso das horas!

Portanto, estamos diante de uma verdade inquestionável, qual seja, a brevidade de nossa vida.  Se o ano passou ligeiro, nós passamos também, o que nos leva a refletir nas coisas que fizemos e nas que não pudemos fazer; projetos lançados e logo abandonados; e num piscar de olhos, o ano chegou ao fim.

E no plano espiritual quantas coisas deixamos de fazer, como amar mais a Deus e obedecê-lo, amar ao próximo, dedicarmos mais tempo à meditação e ao aprendizado de sua Palavra,   aproveitar cada oportunidade que surgiu diante de nós. Sem dúvida,se assim fizermos, os 365 dias do próximo ano serão vividos intensamente, e não nos assustaremos no final deles. E ao olharmos no espelho retrovisor  nos alegraremos com seu resultado.

A Palavra de Deus nos ensina que este mundo “jaz no maligno” e, portanto, nada de bom poderá nos legar. O apóstolo Paulo em sua carta aos cristãos de Éfeso, escreve: Portanto, vede diligentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, usando bem cada oportunidade, porquanto os dias são maus” (Efésios 5:15,16)

Que o ano que se avizinha seja aproveitado de maneira sábia e inteligente, e que o projeto número um seja amar a Deus com todas as nossas forças, e abrir nossos corações para que esse amor seja derramado e transborde para abençoar a muitos.

Que assim seja.

Feliz Ano Novo

Orlando Arraz Maz©

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O VERDADEIRO NATAL

 “ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS;

porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. (Mateus 1:21).

Falar ou escrever sobre o Natal cada ano fica mais difícil. Poucos sabem sobre ele, sua origem e seus benefícios para a humanidade, pois gastam seu tempo para fazer suas compras nos grandes shoppings, onde os pais se divertirem com os filhos, e estes se alegram com a presença do papai Noel.

O verdadeiro natal perdeu seu brilho, e por certo bem poucos conhecem sua história, e as crianças que conhecem bem o papai Noel, não conhecem a história do nascimento de Jesus.

Não há nada de errado apreciar as luzes do natal, levar nossos filhos para ver o papai Noel, e trocar presentes. O errado consiste em não ensiná-los sobre a origem do Natal, a vinda de Jesus ao mundo, sua vida preciosa entre os homens, e os milagres feitos por Ele.

O verdadeiro natal nasceu no coração de Deus, quando olhou para este mundo imerso na escuridão, e viu que o ser humano precisava de um Salvador. Viu com compaixão a miséria causada pelo pecado, que afastava  cada vez mais as pessoas do seu coração. E assim, concretizou sua ideia na eternidade, e enviou seu filho para nascer em Belém, com a seguinte mensagem dada pelos anjos à Maria: “ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”.

Então, fica bem fácil descobrir por que Jesus nasceu? Nasceu para conquistar e limpar o coração de todos, como o melhor e inigualável presente de Deus ao mundo.

O verdadeiro natal nasceu, sim, no coração de Deus, “que amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16)

Que tal mudar seu foco a partir de hoje? Concentre seu olhar e seus pensamentos para o verdadeiro Natal, e ensine seus filhos sobre o amor de Deus em permitir o nascimento de Jesus, torná-lo homem para mais tarde morrer numa cruz. E só assim ele salvaria seu povo dos seus pecados. Quando isso acontecer dentro de cada um, o verdadeiro Natal será uma fonte perene de bênçãos e alegria.

Que este Natal seja de muita paz, comemorado na certeza de que Jesus veio ao   mundo,  transmitiu seu ensino por quase três anos, morreu entre malfeitores numa cruz,  e ao terceiro dia ressuscitou. Hoje Ele está vivo nos céus para um dia receber aqueles que creram nele.

Comemore o natal de Jesus não só hoje, mas todos os dias de sua vida com Ele   assentado dentro do seu coração. Só assim será um Feliz Natal.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

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JESUS DE DEUS

“Todavia, as notícias a respeito dele se espalhavam ainda mais,
de forma que multidões vinham para ouvi-lo
e para serem curadas de suas doenças”. (Lucas 5:15)

Este texto escrito pelo médico Lucas nos apresenta Jesus sendo procurado por multidões. Ele encantava as pessoas com seus discursos e aquelas que sofriam enfermidades eram curadas verdadeiramente, dando muitas graças a Deus.

Certa ocasião curou dois cegos, e novamente vemos sua compaixão:

Jesus, parando, chamou-os e perguntou-lhes: “O que vocês querem que eu lhes faça?  Responderam eles: “Senhor, queremos que se abram os nossos olhos”. Jesus teve compaixão deles e tocou nos olhos deles. Imediatamente eles recuperaram a visão e o seguiram. (Mateus 20:32-34) E  em todas ocasiões jamais  decepcionou seus seguidores.

Muitos séculos se passaram e ainda existem muitas pessoas procurando cura para seus males, em busca de homens que se dizem “de Deus”, que prometem curas de doenças as mais diversas, que depositam sua confiança neles e logo voltam decepcionadas para suas casas.  São curandeiros fraudulentos despidos de qualquer temor a Deus, e que se aproveitam da ignorância religiosa das pessoas.

Assim, a cura não veio, e a decepção ficou; traumas se instalaram e causaram males sem conta; seus segredos que foram guardados por elas porque foram abusadas, mergulhou-as em profunda depressão, e vivem vidas derrotadas. Uma tragédia.

Que contraste espantoso nas curas de Jesus. Ele sentia compaixão pelas multidões, e estas eram atraídas porque sentiam seu amor profundo. Era verdadeiramente “Jesus de Deus”, que hoje vive nos céus, e ainda pode curar a muitos que depositam sua fé nele.

Jesus, ainda, tem compaixão pelas pessoas, mas em primeiro lugar deseja salvá-las do pecado, quando o confessam como Senhor e Salvador. Ele não vê somente um corpo debilitado que se desfaz com o tempo, mas uma alma que tem a eternidade pela frente.  O segundo passo  quando se busca por uma cura física, é confiar plenamente nele, e esperar que ele fará segundo sua excelsa vontade. Assim fazia o salmista: “Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor”. (Salmos 27:14)

Por último, há muitos enganadores espalhados pelo mundo, homens maliciosos, perversos, verdadeiros charlatães. Não corra para seus braços, pois são fracos e insensíveis, mas vá imediatamente para os braços de Jesus por que eles esbanjam compaixão.

No passado foi assim, “Clamaram a ti, e foram libertos; em ti confiaram, e não se decepcionaram”. (Salmos 22:5). E hoje ainda é. Ele é imutável.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

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O MANUAL DE DEUS – VOCÊ JÁ POSSUI?

 “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas
a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim;
 mas não quereis vir a mim para terdes vida!”

João 5:39

Comemora-se neste domingo o “Dia da Bíblia”, o livro mais conhecido no mundo e ao mesmo tempo pouco lido. A palavra “Bíblia” vem do grego “biblion” que significa “livro” ou “rolo”. Ao lermos suas passagens encontramos a expressão “Escrituras”, usada muitas vezes por Jesus.

As Escrituras revelam o amor de Deus aos homens, que deixou suas preciosas instruções para que o amássemos cada vez mais, e evitássemos muitos desacertos e quedas.

A figura de um manual de instruções me vem à mente. O fabricante que produziu determinado bem coloca à nossa disposição o melhor meio de usá-lo. Sua preocupação é grande, por exemplo, tratando-se de um veículo. Quer evitar riscos para seu proprietário e para terceiros que caminham pelas ruas, avenidas, rodovias, etc.

O Manual de Instruções de Deus tem sido uma bênção inigualável para os que procuram socorro em suas páginas. Há instruções para a família em seus relacionamentos, ensina como cuidar dos filhos, dá orientação certa aos jovens e traz conforto às pessoas idosas, enfermas, tristes e abatidas. O manual, a Bíblia, tem a assinatura de Deus, e não contém erros em suas páginas.

Há pouco tempo em certa cidade foi erguido um monumento à Bíblia, com textos gravados em sua estrutura, o que levou um grupo de ateus a ingressarem com uma ação, requerendo-se ao Juiz que ordenasse a retirada de  tais versículos, o que lamentavelmente foi deferido pelo Tribunal.

O que, entretanto, tais ateus esqueceram, é que aqueles que amam as Escrituras têm seus textos gravados no coração de onde jamais serão apagados. Elas são   lembradas por presos em testemunho de sua fé, nos cárceres, em leitos de morte, e por aqueles perseguidos nos mais remotos lugares.

Devemos, sim, amar este livro sem igual, pois é um rico manancial que nos acompanha até à eternidade.

Proclamá-lo com todas as nossas forças, assim como o salmista:

Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti.

Bendito és tu, ó Senhor; ensina-me os teus estatutos.

Com os meus lábios declaro todas as ordenanças da tua boca.

Regozijo-me no caminho dos teus testemunhos, tanto como em todas as riquezas. Em teus preceitos medito, e observo os teus caminhos. Deleitar-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra. (Salmos 119:11 a 16)

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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UM DEUS PROVEDOR

“ Fui moço e agora sou velho ;mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão”. ( Salmo 37:25)

Este texto foi publicado em 01/09/2010, e novamente veio ao meu coração na leitura bíblica, e agora segue novamente, pouco modificado.

Este era um dos versículos favoritos e citados por meu pai, quando eu era criança. Nossa família possuía poucos recursos e condições bastante limitadas, mas o básico nunca faltou em nossa mesa, e meu pai confiava nesta citação bíblica.

Naqueles tempos não entendia a profundidade deste versículo, talvez por não ser um idoso, ainda.

Os anos se passaram. Tornei-me adulto, pai e avô, e novamente me confronto com este versículo. Desejo confiar nas suas palavras, assim como confiavam meu pai e o rei Davi.

É bem provável que alguns tenham certa dificuldade em sua interpretação, uma vez que há tantas necessidades e carências ao nosso redor.

Davi, agora um idoso, tem plena certeza que Deus nunca desampara o justo nem sua descendência.

É possível alguém passar por necessidades, assim como Davi passou diversas vezes. Uma  delas, com seus soldados  famintos, esperavam pela bondade de Nabal, um fazendeiro rico (I Sam. 25)

Lembro-me quando com seus moços esperavam a bondade de Nabal, uma vez que estavam famintos (ISam.25), ou quando foi à procura do sacerdote Aimeleque ( I Sam. 21).

Sim, o justo pode passar por privações, mas nunca sentir o desamparo de Deus.

Este homem  do nosso texto é aquele que vive sem ganância (vers.21), que é abençoado (vers.22), que têm seus passos confirmados pelo Senhor (23),e que ao cair contará com sua sustentação(vers.24).Por isso, esse homem nunca sentirá o desamparo de Deus, tampouco sua descendência.

Bendito seja o Deus de Davi e de meu pai, que embora não prometa bens materiais em abundância, nos abençoa e nos conforta com a sua presença.

Esta é uma das incontáveis promessas de Deus, e ele jamais deixará de cumpri-las, pois Ele é fiel. “Pois, tantas quantas forem as promessas de Deus, nele está o sim; portanto é por ele o amém, para glória de Deus por nosso intermédio” (II Cor. 1:20)

Que ensinemos nossos filhos a fidelidade de Deus em não desamparar o justo nem a sua descendência.

Ele não nos promete um tapete florido, mas uma mesa farta da sua presença constante e abençoada.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

 

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UM JARDIM INIGUALÁVEL

Hoje estou num lugar rodeado de árvores, plantas ornamentais, e flores  por todos os lados. Um cenário verdadeiramente deslumbrante.

 

Neste lindo lugar fui levado a pensar em outro jardim, claro, que não se compara a este, criado pelo jardineiro dos céus. Sem dúvida, concluiu uma obra para encher os olhos de todos de admiração.  Fico imaginando o esplendor daquelas árvores, as cores cintilantes das flores, os rios que serpenteavam por ele, e a criação à sua volta.

Entretanto, há um ditado que diz: “tudo o que é bom acaba logo”. Não sei se é verdadeiro, mas neste caso, sim. O pecado entrou, a plantação murchou, e o homem precisou sair do jardim, uma expulsão triste e vergonhosa, com querubins na entrada, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados.

Hoje não há mais jardins como aquele, mas a misericórdia do Senhor e a sua bondade, criaram lugares maravilhosos para o deleite da humanidade. Quando nos encontramos nesses lugares, podemos apreciar a grandiosidade do nosso Deus e contemplar tais obras perfeitas.

Assim, o salmista, contemplando tanta beleza ao seu redor, exclamou com plena convicção: “Bendize, ó minha alma ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios”  (Salmos 103)

Sem dúvida dentre os incontáveis benefícios de Deus, o próprio salmista afirma ser o perdão. Quando nos reconciliamos com Ele há um alívio dentro de nós, desaparece o peso de nossos pecados, Ele passa a fazer morada em nossos corações, e nossa visão se modifica, tornando-nos apreciadores de suas obras. Em cada detalhe, desde as árvores imensas, até as minúsculas plantas, nossos olhares se voltam para o nosso Deus, e nossa boca se enche de exclamações em forma de cântico: “Então minha alma canta a Ti, Senhor, grandioso és Tu! Grandioso és tu!”

Que sejamos apreciadores das obras da criação, mas antes de tudo da maior obra que foi realizada na cruz do Calvário, quando Jesus morreu e pagou pelos nossos pecados.

Assim, Ele transformou-nos em jardins de Deus, cuja beleza ultrapassa o primitivo jardim, tendo as mãos do Jardineiro para nos embelezar e cuidar de nosso crescimento.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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UM CORAÇÃO QUE QUEIMA DENTRO DO PEITO

 “Não parecia que o nosso coração queimava dentro do peito
 quando ele nos falava na estrada e nos explicava as Escrituras Sagradas”?
 (Lucas 24:31- NTLH)

Este é um dos textos bastante apreciados no Evangelho de Lucas, ao narrar a caminhada de dois discípulos, de Jerusalém para Emaús. Comentavam entre si os acontecimentos do dia da ressurreição, com um misto de alegria e de tristeza. De repente aproxima-se um “desconhecido”, e participa da conversa. Os dois estranham o fato de que aquela pessoa nada sabe do que aconteceu com Jesus. Ao chegar onde moravam, vendo que ela seguia adiante, a convidaram para cear com eles. Assim, chegamos ao texto de nossa meditação:

“Não parecia que o nosso coração queimava dentro do peito
quando ele nos falava na estrada e nos explicava as Escrituras Sagradas”?

O estranho causou algo em seus corações que só descobriram à mesa:  “Não nos abrasava o coração”?

De fato é uma sensação extraordinária quando acontece algo conosco, e nos leva a batidas mais rápidas do nosso coração, por exemplo, ao nascer um filho e recebermos a notícia; quando nos casamos e ao chegar à igreja ficamos aguardando a noiva ou o noivo; quando vemos nosso nome na lista dos aprovados na faculdade, e assim, uma série enorme de circunstancias.

Mas, pensando no coração destes dois discípulos, as circunstâncias eram outras: a presença de quem eles tanto amavam, e que vinham lamentando sua morte e seu sofrimento, era real. Ele estava vivo. Cumpriu sua palavra e naquele dia, o domingo da ressurreição, foi encontrar-se com eles para levar-lhes alegria sabendo da tristeza que os abatia.

Será que nosso coração bate mais forte quando entramos em oração na presença de Jesus? Quando cantamos entusiasmados na hora do louvor? Quando agradecemos um socorro bem presente? Ou será que nosso coração fica sem reação?

Os dois discípulos não se contiveram em casa, mas fecharam suas portas e voltaram para Jerusalém, caminharam onze quilômetros, sem contar os mesmos que fizeram há pouco, pois desejavam contar aos discípulos o maravilhoso encontro.

Será que hoje encontraríamos pessoas com a mesma disposição? Ou que estão com pressa para contar que a presença de Jesus em suas vidas é real, e que ele faz “arder”, “abrasar”, “bater mais forte” o coração? “Que ele, o Senhor sara os quebrantados de coração, e cura-lhes as feridas”?(Salmos 147:2,3). Que ele perdoa os pecados e garante vida eterna?

Que nossa oração seja assim: Faça de mim, Senhor, alguém que tenha o coração abrasado e pronto para dizer aos outros que Jesus está vivo, e que vai voltar como prometeu.  E que levará para si todos os que creram em seu nome e o aceitaram como Senhor e Salvador.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

 

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