MILAGRES AINDA HOJE

Mensagem lida por ocasião da comemoração dos 45 anos da Casa de Oração de Jardim Botucatu, no 

dia 25 de agosto de 2018.

1973 – 2018

Pela fé eu creio em todos os milagres da Bíblia,

Mas,

Nestes 45 anos de comemorações, não vi nenhum mar vermelho se abrir,

Mas, aqui, vi muitos corações sendo abertos para uma nova vida.

Não vi nenhuma sarça ardendo sem se consumir,

Mas, aqui, vi muitos corações ardendo por Jesus sem se cansarem.

Eu creio em  milagres ainda hoje.

Não vi nenhum machado no fundo do rio ser levantado e flutuar,

Mas, aqui, vi muitas vidas atoladas no pecado e sendo milagrosamente resgatadas por Cristo.

Não vi Maria, irmã de Lázaro, aprendendo aos pés de Jesus,

Mas, aqui, vi muitos assentados, aprendendo de Jesus, também.

Não vi a sepultura de Lázaro sendo aberta e ele saindo, vivo, dela.

Mas, aqui, vi muitas vidas mortas, onde muitos saíram vivos para Jesus.

Não vi a cruz onde Jesus foi crucificado,

Mas, aqui, vi muitos que foram crucificados com Cristo.

 Sim, irmãos, nestes 45 anos, vi  muitos milagres.

 Crianças recitando versículos da Bíblia,

E hoje, muitas ensinando a Palavra de Deus.

Por isso, resta-me render a Cristo todo  louvor e adoração, pelos milagres que aconteceram neste lugar.

E que ao caminhar para os 46 anos  sejam mais  e mais,

E tudo para a Glória de Cristo.

Que assim seja

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UMA VELHA HISTÓRIA QUE NÃO PODE SER REPETIDA

 

Pedimos ao Senhor um rei para que batalhasse e ganhasse as nossas causas,

Que marchasse à nossa frente e nos defendesse das demais nações.

Pois estávamos com medo, muito medo.

Vimos que os povos ao nosso redor tinham um rei.

E nós, apenas juízes e, mais triste ainda, um juiz bastante velho.

Precisávamos de alguém com ideias novas, forte, guerreiro, batalhador.

E Deus nos deu um homem chamado Saul,

Muito bonito, alto, que fazia a diferença! (I Samuel 8)

Senhor, muda nosso pedido.

Hoje, desesperados, precisamos mais do que um rei.

Mais do que um guerreiro, mais do que um lutador;

Temos usado nossas forças para buscar alguém que caminhe adiante de nós,

Fizemos passeatas, pintamos  e espalhamos cartazes  com mensagens por toda a parte,

Fizemos abaixo-assinados, compartilhamos noticias sem saber sua veracidade.

Portanto, perdoa-nos, Senhor.

Hoje,  confessamos com muita tristeza,

Que não clamamos ao Senhor, pois é Ele quem melhor sabe escolher.

Ele vê o interior e conhece o coração lá no fundo.

Portanto, faze,  Senhor, que nossa escolha coincida com a tua, e dá-nos um presidente segundo o teu coração, como Davi, ou como Moisés, teu amigo.

Dá-nos Senhor, pois mais do que nunca precisamos um homem que ouça e obedeça a tua voz.

Que sejamos sábios em nossas escolhas.  Amém.

Texto de Orlando Arraz Maz


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A GRANDE OBRA DE CRISTO

“tendo por certo isto mesmo, que aquele que em

vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus” (Fili. 1:6)

É normal admirarmos boas construções as quais chamam nossa atenção. E ao conhecermos uma delas, afirmamos: “esta é uma boa obra”. Para tanto, o proprietário investe seus recursos e não mede esforços, pois deseja, mesmo, que seja uma ótima obra.

E este pensamento me leva a meditar no texto encimado, quando o apóstolo Paulo ao escrever aos cristãos da cidade de Filipos, os leva a lembrar do primeiro dia em que pisou seus pés naquela cidade.

Um dia que ficou marcado no coração de todos os que participaram dele, pois de pronto encontrou Lídia a vendedora de púrpura da cidade de Tiatira, que desejosa pelas novas do evangelho, converteu-se a Cristo, foi batizada, e abriu as portas de sua casa para Paulo e Silas. Enquanto as portas de sua casa eram abertas, o cárcere onde se encontravam os soldados de Cristo era destruído por um terremoto, e o carcereiro e sua casa convertidos a Cristo, assim como, destruído, também, a esperança de lucros obtidos pela adivinha escrava liberta de um espírito adivinhador e levada a Cristo. Tais acontecimentos ficaram gravados pela igreja que estava sendo edificada naquela cidade.

Assim, Deus começa o grande edifício, e nasce uma igreja fruto da obra redentora de Cristo. Seus primeiros membros, Lídia, o carcereiro, ambos com toda sua casa, a adivinha, cujos nomes não conhecemos, todos com as vidas transformadas e alcançados pela graça de Cristo.

E através dos anos o Evangelho está fazendo uma grande obra.

Entretanto, esta grande obra planejada por Deus foi executada pelo Senhor Jesus, que investiu sua preciosa vida, oferecendo-a na cruz em pagamento pelos nossos pecados. Verdade confirmada pelo apóstolo em sua 1ª Carta aos Coríntios: “Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras”(1ª Cor. 15:3).

Quando contemplamos as vidas retratadas na carta aos Filipenses ficamos encantados, pois se constituem em pedras preciosas nesta construção.  As vidas mudadas que iniciaram a igreja de Filipos e seus membros eram amorosas, alegres, participativas. Basta citar que um de seus membros, chamado Epafrodito foi incumbido de levar uma oferta ao apóstolo Paulo preso em Roma, quando ficou enfermo e próximo às portas da morte. Pela carta escrita podemos avaliar o enorme amor para com Epafrodito: “Pois de fato esteve doente e quase à morte; mas Deus se compadeceu dele, e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza. Por isso vo-lo envio com mais urgência, para que, vendo-o outra vez, vos regozijeis, e eu tenha menos tristeza. Recebei-o, pois, no Senhor com todo o gozo, e tende em honra a homens tais como ele; porque pela obra de Cristo chegou até as portas da morte, arriscando a sua vida para suprir-me o que faltava do vosso serviço”. (Filip. 2:25-30).  Por várias vezes enviou ofertas ao apóstolo, para suprir suas necessidades, enquanto outras igrejas não fizeram o mesmo.

Ao encerrar esta singela meditação sobre a igreja de Filipos, nossa oração é que a igreja de nossos dias, igreja militante, tenha as suas características, expondo vidas verdadeiramente salvas como os melhores e mais belos ornamentos de consagração, pureza, retidão, alegria, amor e misericórdia.

Somente assim seremos acreditados como um dos mais belos edifícios construídos por Deus e sustentado pelo Senhor Jesus. “Uma boa obra”

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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ONDE ESTÁ MINHA COMPAIXÃO?

Quando Jesus saiu do barco e viu uma grande multidão,
teve compaixão deles,
porque eram como ovelhas sem pastor.
Então começou a ensinar-lhes muitas coisas.(Marcos 6:34)


A Bíblia apresenta detalhes preciosos da vida de Jesus que valem a pena seu estudo. Por ocasião da primeira multiplicação dos pães e peixes, podemos concluir que foi um dia repleto de atividades, e todas cansativas, sem ter para ele e seus discípulos um minuto para comer e descansar. Avaliando a situação, Jesus os convidou para descansar em um lugar deserto. Entretanto, muitos vendo retirar-se com seus discípulos, acompanharam por terra o destino do barco, e chegaram antes deles.

Jesus não pode descansar, e ao ver grande multidão, teve compaixão deles, porque eram como ovelhas sem pastor, e começou a ensinar-lhes muitas coisas.

Um pastor de rebanho é aquele que se preocupa com seus animais, defende-os de feras, providencia um pasto bem verde, e um riacho para dessedentar sua sede. Quando tudo isto é feito, surgem animais sadios e fortes.

Foi assim que Jesus viu aquela enorme multidão, totalmente desorientada e buscando alimento para a alma. E lá estava o Grande Pastor, que depois de ensiná-los providenciou um farto banquete de pães e peixes.

Ainda hoje Jesus manifesta a mesma compaixão, e se preocupa com o bem estar das pessoas e deseja alimentá-las sobejamente. Não quer despedir ninguém, pois para Jesus nunca é tarde. Mas os discípulos reagiram sugerindo que as pessoas comprassem comida nos campos e povoados, mesmo sendo tarde. Vemos em cada um deles uma frieza tamanha que chega a nos incomodar.

Vivemos dias de total indiferença no campo religioso. Há uma multidão faminta desejando ser alimentada pela Palavra de Deus, porém encontram lideres indiferentes, pastores interesseiros, que os despedem vazios de Cristo.  Por outro lado há cristãos nominais que deixaram desaparecer as marcas da compaixão de Cristo, e são péssimos exemplos para  aqueles que estão famintos de Jesus.

Nossa oração, porém, dirigida a Jesus, é para que ele abra os nossos olhos para encontrar famintos do pão da vida, e incendeie nosso coração com sua compaixão. E, com alegria, cantemos este hino: “Mais de Cristo quero ver, mais da sua graça ter, mais da sua compaixão, mais da sua mansidão” HC 349.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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DEUS É O DEUS QUE NOS VÊ

E ela chamou, o nome do Senhor,
que com ela falava, El-Rói; pois disse:
Não tenho eu também olhado neste lugar
para aquele que me vê? (Gên.16:13)

Em meio a tanto sofrimento, Agar, grávida, foi despedida por sua senhora, Sarai. Levando um filho no ventre, quem sabe uma pequena mochila sobre seus ombros, partiu em direção ao deserto. Apesar de toda dificuldade de uma gravidez, e seus incômodos, encontrou uma fonte no deserto para mitigar sua sede.

E foi exatamente neste lugar que o anjo do Senhor a viu. Sendo Deus encarnado, ali presente, já conhecia seu nome, mas quis ouvir de seus lábios sua história.

Muitas vezes no meio de um redemoinho de aflições, nosso desejo é fugir para um lugar distante, e nos esquecemos de que Deus está em toda a parte. Esta foi a experiência do salmista: “Para onde me irei do teu Espírito, ou para onde fugirei da tua presença?”(Salmo 139:7). Assim como Agar foi encontrada e respondeu com sinceridade, o Senhor Jesus, também nos conhece, sabe nosso nome, e deseja nos ajudar.

A bendita mão do Senhor sempre vem em nossa direção, pois assim afirma sua palavra: “Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para que não possa ouvir” (Isaias 59:1). Então, no deserto de nossas tristezas, dúvidas, desespero, abandono, lágrimas, ele nos ouve e suas mãos nos alcançam com seu poder.

Agar, depois de ouvir uma maravilhosa promessa por parte do anjo do Senhor, que inundou seu coração de alegria, soube que foi ouvida em sua aflição: “porquanto o Senhor ouviu a tua aflição”. E chamou o nome do Senhor, “Tu és El-Roí, o Deus que Me Vê”.

Hoje,se tudo ficou escuro ao seu redor, creia que ele é o Deus que vê, e a escuridão para ele é como a luz: “Se eu cogitar: As trevas, ao menos, haverão de me envolver, e a luz ao meu redor se tornará em noite, constatarei que nem as mais densas trevas são obscuras para teu olhar, pois a noite brilhará como o meio-dia, porquanto para ti as trevas são luz”(Salmos 139:11,12).

Não se esqueça destas verdades preciosas, pois mesmo no mais escaldante deserto das tristezas e provações, Deus é o Deus que te vê. Creia somente.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

 

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OS CÉUS QUE SE ABRIRAM, UM DIA FORAM FECHADOS.

Quando olhamos para o firmamento num dia bem iluminado pelo sol, ficamos maravilhados com sua beleza, seu azul profundo e sua extensão. E a noite, um céu cravejado de estrelas, e uma bela lua iluminada. Somente o poder de Deus para realizar obra tão majestosa.

Agora, imaginem se Deus escancarasse o céu, e permitisse sua visão! Anjos circulando de um lado para o outro, ruas de ouro e brilhantes, salvos formando grandiosos corais, e Jesus caminhando acompanhado de grande multidão! Claro que não passa de uma  hipótese, pois como míseros mortais, com uma natureza pecaminosa, não podemos desfrutar tais belezas. Entretanto, com um corpo de glória preparado por Deus na ressurreição dos salvos, tudo isso e muito mais será permitido desfrutarmos extasiados.

A Bíblia nos apresenta as várias vezes quando o céu foi aberto,  para demonstrar sua aprovação ao Filho:

Na noite quando os anjos anunciaram o nascimento de Jesus:

“De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo: “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”( Lucas 2:13,14)

No dia do seu batismo:

Assim que Jesus foi batizado, saiu da água. Naquele momento os céus se abriram, e ele viu o Espírito de Deus descendo como pomba e pousando sobre ele. Então uma voz dos céus disse: “Este é o meu Filho amado, em quem me agrado” (Mat.3:16-17)

No monte da transfiguração com três dos seus discípulos:

Enquanto ele ainda estava falando, uma nuvem resplandecente os envolveu, e dela saiu uma voz, que dizia: “Este é o meu Filho amado em quem me agrado. Ouçam-no!” (Mat.17:5

Certa ocasião em Jerusalém, quando alguns gregos desejavam conhecer a Jesus:

“Pai, glorifica o teu nome! Então veio uma voz do céu: “Eu já o glorifiquei e o glorificarei novamente”(João 12:28)

Às vésperas de sua morte na cruz, no jardim, um anjo desceu para confortá-lo:

“Apareceu-lhe então um anjo do céu que o fortalecia”.(Lucas 22:43)

No dia de sua ressurreição dois anjos apareceram a Maria para animá-la, e anunciar a gloriosa ressurreição:

Maria, porém, ficou à entrada do sepulcro, chorando. Enquanto chorava, curvou-se para olhar dentro do sepulcro e viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde estivera o corpo de Jesus, um à cabeceira e o outro aos pés. Eles lhe perguntaram: “Mulher, por que você está chorando”?” Levaram embora o meu Senhor”, respondeu ela, “e não sei onde o puseram”(João 20:11-13)

Tais manifestações do poder de Deus em abrir os céus, revelam seu desejo em dar aos homens ciência de seus atos em prol da salvação de suas almas, sem deixar margem de dúvidas de que seu amado filho foi enviado por Ele.

As belezas de um céu aberto que nos inundam de alegria e paz, entretanto, não ocorreram na morte de Jesus quando ele sofria. Não houve anjos sobrevoando a cruz, ora confortando, ora enxugando seu rosto, mas o que vimos foi um céu enegrecido e total abandono, levando-O a exclamar:

“Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?” (Mateus 27:46).

Um hino expressa bem a de Jesus:

“A Sua vara Deus alçou E castigou-Te, enfim. Teu Deus a Ti desamparou, para amparar-me a mim. Verteste, então, como expiação, Teu sangue carmesim”.

(HC 506)

Que o nosso amor ao Senhor Jesus aumente mais e mais em nosso coração, pois Ele sofreu o abandono sem merecer, uma vez que não conheceu pecado, mas se fez pecado por mim e por você. Deus o abandonou na cruz porque via Nele os nossos pecados.

Assim escreve o profeta:

“Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados.”(Isaias 53:5)

O céu que foi fechado para Jesus felizmente está aberto. Deus o abriu no dia de sua ascensão para recebê-lo, onde foi preparar moradas junto ao Pai.

Se hoje não podemos contemplar as belezas internas do céu, por certo podemos vivê-las no presente para desfrutá-las na eternidade, desde que cremos em Jesus como nosso Salvador e Senhor.

 

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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HÁ ESPINHOS NO CAMINHO?

Três vezes roguei ao Senhor que o tirasse de mim.
Mas ele me disse: “Minha graça é suficiente para você,
pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”.
Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas,
para que o poder de Cristo repouse em mim.
Mas ele me disse: “Minha graça é suficiente para você,
pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. (2ª Cor. 12:8-10)

Penso neste texto como uma sublime e inteligente troca. Paulo está diante de uma questão crucial. Estava se queixando do incômodo causado por um espinho na carne, por certo algo doloroso, e Deus lhe apresenta seu poder frente à fraqueza. E o apóstolo, então, opta por esta.

O caminho é regozijar-se nas fraquezas e receber alento com a graça de Cristo.

As “fraquezas” – necessidades, insultos,  perseguições,  angústias  –  suportadas por Paulo, são substituídas pela graça esplêndida de Deus, que o tornavam  forte.

Muitas vezes os “espinhos” em nossas vidas levam-nos a esquecer de que a graça de Deus está por cima deles. É através dela que podemos administrá-los. E o apóstolo descobriu este segredo.

Portanto, os espinhos nos aproximam da graça de Deus, quando olhamos para a sua Palavra, confiantes de que ela tem a melhor e única solução.

Os espinhos trouxeram contentamento para Paulo, pois assim desfrutaria da graça de Deus. Portanto, afirma: “Por isso eu me contento nas fraquezas”.

Quantas vezes os espinhos nos tiram as belezas da graça de Deus, pois através deles nos aproximamos mais de Deus. A dor, o pranto, o desespero, as perdas, são espinhos que visam nos aproximarmos de Deus através de uma vida de oração. E quando somos despertados pela graça, descobrimos que somente ela nos basta, e através dela nos vêm as forças que precisamos.

Sem dúvida este foi um notável impulso na carreira de fé do apóstolo. Assim deve ser com cada cristão, estar consciente de sua fraqueza e insignificância, e andar sempre na dependência do poder de Deus. E é exatamente quando estamos descansando nele, que se manifesta seu poder sobre nossas vidas.

Que seja este lema sobre cada um de nós, quando os espinhos tendem a nos machucar: “A minha graça te basta, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

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