GABRIEL – UMA NOVA ALEGRIA

 

Os teus olhos viram a minha substância
ainda informe, e no teu livro foram escritos os dias,
sim, todos os dias que foram ordenados para mim,
quando ainda não havia nem um deles”.(Salmos 139:16)

 Logo que você nasceu passamos a conhecê-lo, mas nosso Deus já o conhecia bem antes, quando não passava de um simples embrião. E no livro de Deus seus dias foram escritos.

Que Deus! Que amor! Quanta sabedoria!

Nossa oração, de todos nós e de  seus pais, Priscila e André, é que você conheça esse Deus, vindo amá-lo e obedecê-lo de todo o seu coração.

Que você cresça conhecendo suas verdades as quais te conduzirão aos pés do Salvador.

Muita saúde e alegria a você  e  aos seus queridos pais.

E nós, avós, invocamos a bênção de Deus sobre sua vida:

“O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor levante sobre ti o seu rosto, e te dê a paz”.  (Núm.6:24)

Que assim seja

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BASTA DE VIOLÊNCIA

Vivemos dias onde o medo é espalhado em toda a parte. Cenas de violência como espancamentos são noticiadas pela televisão e espalhadas nas redes sociais. Agridem com pedaços de paus ou ferros sem quaisquer constrangimentos, e muitos persistem após matarem suas vítimas. Não esboçam qualquer piedade. A naturalidade de tais atos é assombrosa, pois muitos depois dormem um sono tranquilo como se nada tivessem feito.

Uma das lições deixadas por Jesus foi sobre o amor. Ressaltou a importância de amar a Deus, sem esquecerem de amar ao próximo como alguém ama a si. E para elucidar bem sua lição contou a parábola do bom Samaritano descrita no Evangelho de Lucas (10:30-37)

É impossível amar ao próximo sem primeiro amar a Deus, pois seu amor desce ao coração onde é espalhado, e extravasa sobre todos os que nos cercam.

Portanto, a violência que tanto nos entristece, parte de corações secos do amor a Deus. O apóstolo Paulo escrevendo aos cristãos de Roma, enfatiza: “não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus; sua garganta é um sepulcro aberto, com suas línguas tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo de seus lábios, cuja boca está cheia de maldição e amargura, e seus pés são ligeiros para derramar sangue” ((Rom. 1:18-32).

Jesus Cristo veio ao mundo para mudar este quadro de dor e miséria, e transformar o coração do pecador, que é um ser sem afeição, para um coração como o coração do Salvador, cheio de compaixão.

Enquanto o ser humano não for transformado pelo Evangelho, “que é o poder de Deus para salvação de todo o que crê”, suas atitudes e agressividades serão as mesmas e sempre piores. Não há instituições humanas, por mais respeitadas que sejam capazes de mudar o coração.

Quando o amor de Deus for derramado nos corações daqueles que crerem em Jesus, não existirão mais agressores, mas, sim, homens e mulheres dispostos a curar as feridas dos que sofrem, tal como Jesus contou na parábola do bom samaritano. ”e aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele”.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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A ORAÇÃO QUE DÁ RESULTADO

 “Vai-te, e te seja feito assim como creste.
E naquela mesma hora o seu criado sarou”.
(Mateus 8:13)

A narrativa bíblica da cura do servo do centurião é rica de ensino, principalmente em nossos dias quando muitos em suas orações exigem de Deus a cura de suas enfermidades e reivindicam direitos, como se estes existissem em criaturas pecaminosas.

O centurião, militar romano, termo equivalente hoje a capitão, ouviu falar de Jesus, notadamente sobre seus milagres, tomou conhecimento da presença de Jesus em sua cidade, e não perdeu tempo em procurá-lo para curar seu servo doente, quase à morte.

Notemos seus passos:

Reconheceu o poder de Jesus para curar seu servo.

Agiu imediatamente, pois a situação era grave.

Demonstrou humildade, pois quando Jesus se aproxima de sua casa, sente-se indigno de nela acolhê-lo.

Apresenta uma fé inabalável em Jesus, pois sabe que apenas uma palavra basta para curar seu servo.

Jesus se admira de tamanha fé, e diz “Vai-te, e te seja feito assim como creste. E naquela mesma hora o seu criado sarou”.

Quantas vezes o rumo de nossas orações é errado, e não alcançamos êxito, pois em meio às aflições, não depositamos nossa fé integralmente nas mãos de Jesus. E quando demora sua resposta muitos recorrem a outros meios, que por sua vez não funcionam.

Certa feita Jesus contou uma parábola de dois homens que se dirigiam ao templo para orar. Um era fariseu, que começou sua oração com arrogância e exaltação de sua pessoa. O outro, um publicano, “que nem queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: ó Deus, sê propício a mim, um pecador!”. (Lucas 18:13)

Devemos nos conscientizar que somos inúteis e incapazes, embora cientes de que crendo em Jesus, a obra da cruz nos torna dignos e nos recebe como filhos de Deus. Mesmo assim  devemos entrar em sua presença com humildade, e apresentar nossa  petição com fé sem quaisquer exigências, e Jesus nos atenderá conforme sua vontade no tempo certo.

Para o centurião Jesus disse: “Vai-te, e te seja feito assim como creste. E naquela mesma hora o seu criado sarou”.

Assim, Jesus deseja dizer o mesmo a cada um de nós.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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OLHOS FECHADOS OU ABERTOS?

“E Eliseu orou, e disse: Ó Senhor, peço-te que lhe abras
os olhos, para que veja.
E o Senhor abriu os olhos do moço, e ele viu;
e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo
em redor de Eliseu”. II Reis 6:17)

Quantas vezes trememos na base como costumam dizer, em face de acontecimentos que fogem de nosso controle. São tantas as situações difíceis que nos levam para o fundo do poço, que nos roubam a paz e nosso sono.

E em tais circunstâncias esquecemos de recorrer à oração, ou quando o fazemos é fraquinha nossa fé. E nosso temor persiste. E nada muda.

Certa vez Jesus ensinou seus discípulos dizendo: “Se, pois, Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais vós, homens de pouca fé”.(Lucas 12:28)

Então, no centro do furacão, precisamos elevar nossos olhos aos céus e pedir que Deus aumente nossa fé e nos abra os olhos para vermos suas maravilhas.

O texto desta meditação nos apresenta um homem apavorado quando viu um exército cercando a cidade onde morava. Foi procurar o homem de Deus a quem servia, e disse-lhe “O que faremos”. Em outras palavras, vamos morrer, não há a mínima condição de sairmos com vida. E o profeta Eliseu logo lhe responde: “Não temas; porque os que estão conosco são mais do que os que estão com eles”. (II Reis 6:16). Precisava confiar nesta afirmação, pois o servo via diante de si somente duas pessoas.

“E Eliseu orou, e disse: Ó Senhor, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e ele viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo em redor de Eliseu”. II Reis 6:17)

Os meios de Deus estão à nossa disposição, são incontáveis, mas precisamos ter os nossos olhos – olhos da fé – para vê-los. E o servo de Eliseu viu um cenário que acalmou seu coração: “e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo em redor de Eliseu.” Notem bem a palavra “em redor”, que sugere um cerco de proteção onde será impossível o inimigo penetrar.

 O salmista conhecia bem o exército de Deus, pois em diversas circunstâncias seus olhos eram abertos, e sempre confiava: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra. Provai, e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia.” (Salmos 34:7,8)

Quanto conforto traz ao coração saber que há um exército ao nosso redor, pronto a nos socorrer e enxugar nossas lágrimas, que se acampa ao redor e nos cerca para que os dardos do inimigo não nos atinjam.

 Precisamos, sim, confiar mais e pedir a Deus que aplique seu colírio em nossos olhos, o mesmo aplicado na igreja de Laodicéia, pois somente assim podemos ver pela fé. (Apoc.3:18), e encontrar a paz desejada.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

 

 

 

 

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TRAGÉDIAS. PUNIÇÃO DE DEUS?

Porque não tenho prazer na morte de ninguém,
diz o Senhor Deus; convertei-vos, pois, e vivei.
(Ezequiel 18:32)

Muito se tem falado nesses últimos dias sobre tragédias que têm ceifado vidas, são decorrentes de punições pelos desafios e blasfêmias dirigidas contra Deus e as Escrituraras. Lamentável erro.

Deus não é vingativo ou um déspota à espreita de alguém para surpreendê-lo e dar-lhe a devida punição.

O profeta Ezequiel deixa bem claro que “Deus não tem prazer na morte de ninguém”, antes dá uma oportunidade de conversão para viver.

Quando o apóstolo Paulo pregava às pessoas em Atenas, esclareceu que Deus não levava em conta os tempos de ignorância, mas dava-lhes uma oportunidade para se arrependerem. (Atos 17:30)

Não quer dizer que Deus vai abrir mão de exercer a devida punição pelas blasfêmias, pois já “determinou um dia em que com justiça há de julgar o mundo por meio do varão (Jesus Cristo) que para isso ordenou”. E a certeza deste julgamento é a ressurreição dele (Jesus) dentre os mortos. (Atos 17:31)

Portanto, como cristãos é nosso dever interceder por tais pessoas, ao sabermos que elas são blasfemas ou não creem em Deus, para que se convertam e venham ao conhecimento da verdade. E caso sejam atingidas por tragédias, estas nada tem a ver com punições de Deus.

Deixemos de lado afirmações levianas e destituídas da veracidade das Escrituras, pois nossa “justiça” que além de ser como um trapo imundo é falha e vergonhosa. (Isaías 64:9) Que Deus nos livre de assim procedermos.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

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AINDA QUE…

 

Deus é o nosso refúgio e fortaleza,
socorro bem presente na angústia.
Salmo 46

 O salmo desta meditação, conhecido como o salmo do reformador protestante Martinho Lutero, autor do precioso hino “Castelo Forte”,  veio à minha mente e coração, quando vi imagens tenebrosas do rompimento da barragem em Brumadinho – MG. Avalanche de terra se movendo em grande velocidade, e arrastando casas, pessoas, um trem de minério, carros e caminhões. Um verdadeiro caos.

O salmista descreve um cenário de tragédias de maiores proporções como as que foram vistas recentemente. Ele usa a expressão “ainda que” quatro vezes: “ainda que a terra se transtorne”, “ainda que os montes se projetem para o meio dos mares”, “ainda que as águas rujam e espumem”, “ainda que os montes se abalem pela sua braveza”. Sem dúvida não gostaríamos de assistir essa fúria da natureza que tanto medo nos causa.

Poderíamos acrescentar outros “ainda que”, frente às incertezas, o medo que nos cerca em nosso dia a dia. Ainda que ocorra o desemprego, a diminuição de alimento na despensa, a doença que chegou de surpresa, ainda que a morte levasse um parente ou um amigo, vamos encontrar resposta na providência divina, e descobrir o motivo para não temer, “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”.

Esta era a confiança do salmista, pois enquanto a braveza das águas a todos assustava, ele via diante de si “um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o lugar santo das moradas do Altíssimo”. Ele contemplava um rio sereno e tranquilo, que traz alegria para os habitantes da sua casa, Jerusalém, a qual jamais será abalada.

No meio do temporal quando não encontramos respostas para as aflições, quando a longa noite custa a passar para os filhos de Deus, o salmista nos conforta:O Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio”, e repete a mesma frase mais adiante, como que dando ênfase ao seu auxílio.

Outra afirmação do salmista que nos conforta ao atravessarmos a “longa noite”, é que “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”. Ele não se encontra distante nem distraído, mas presente, portanto é real.

Diante de tanta dor e calamidade, que nosso coração se aquiete. Que confiemos naquele que nos diz: “Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra.”

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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QUANDO JESUS É CONVIDADO…

  “Fazei tudo quanto ele vos disser”.

(João 2:1 a 10)

O primeiro milagre de Jesus foi realizado num ambiente festivo, onde a alegria se manifestava por toda a parte. Entretanto, algo que foi programado falhou: o vinho, elemento essencial da festa, acabou. Uma decepção para os convidados e um constrangimento para os noivos.

Mas Jesus estava presente, atendendo ao convite dirigido à sua mãe, a ele e seus discípulos.

Várias lições de real importância podem ser tiradas deste evento.

Quando Jesus é convidado para fazer morada em nosso coração, sua presença traz segurança. A crise pode chegar às nossas vidas, e ele sem dúvida atenderá nosso pedido segundo sua vontade. Daí a oração para que ele venha suprir nossas necessidades. Ele nunca recusará.

Jesus naquela casa fazia toda a diferença. Sem dúvida, suas palavras saiam de sua boca e deixavam todos maravilhados. Assim lemos no evangelho de Lucas: “E todos lhe davam testemunho, e se admiravam das palavras de graça que saíam da sua boca; e diziam: Este não é filho de José?” (4:22).

Quando Jesus faz morada dentro de nós, as palavras que dele escutamos e prontamente obedecemos, além de abençoar nossa vida, impactará nossos amigos. Assim foi com as pessoas que trabalhavam na festa. Maria lhes disse: “Fazei tudo quanto ele vos disser”. Obediência sem reservas. Sob essa condição o problema foi solucionado.

Ordenou-lhes Jesus: Enchei de água essas talhas. E encheram-nas até em cima”. (João 2:7) Uma ordem simples e fácil de ser atendida. Eles não questionaram dando suas opiniões, muito menos alegando que servir água em lugar de vinho numa festa era impróprio.

Não é o que fazemos muitas vezes, lamentavelmente.? Quando Jesus está dentro de nós ao ouvirmos suas ordens damos nossa opinião, queremos que seja do nosso jeito. E o milagre não nos alcança. Os serventes encheram as talhas até em cima, não pela metade. E num piscar de olhos foram transformadas num saboroso vinho, que jamais existiu igual.

Daí as palavras do mestre-sala: “Quando o mestre-sala provou a água tornada em vinho, não sabendo donde era, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água, chamou o mestre-sala ao noivo e lhe disse: Todo homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho”.(João 2:9,10)

A obediência às palavras de Jesus é sempre o melhor caminho para recebermos suas bênçãos. Quando elas atingirem nossas vidas seu sabor se torna inigualável.

A festa de Caná da Galileia jamais provou um vinho igual ao feito por Jesus, que causou admiração a todos.

Assim serão nossas vidas quando o milagre da transformação ocorrer, com ele fazendo morada em nosso coração.

Que tal convidá-lo agora mesmo?. Só assim  o sabor de nossas vidas será inigualável.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

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