RESSURREIÇÃO E VIDA

Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida;

quem crê em mim, ainda que morra, viverá;

 e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto?” (João:11,25,26)

Hoje é um dia especial para todos os que têm familiares e amigos que já partiram para a eternidade. Visitam seus túmulos, levam flores, e permanecem por alguns momentos pensando neles, no que representaram para suas vidas, e as lágrimas, muitas vezes, afloram em suas faces.

Dentre muitos amigos e familiares, há os que têm esperança na ressurreição para a vida eterna, certos de encontra-los porque creram em Jesus.

Certa ocasião Jesus levou conforto para duas irmãs que perderam seu irmão Lázaro. Tristes e aflitas aguardavam a sua chegada para curá-lo, e como demorou, veio a falecer. Mais tarde Jesus chegou e ao  aproximar-se da aldeia, encontrou Marta e declarou-lhe: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto?”. E logo depois ressuscitou a Lázaro, restaurando às irmãs a  alegria perdida.

Esta mensagem de Jesus é a única que nos dá esperança, pois assim como Ele vive, pois ressuscitou, garante vida eterna aos que creem em seu nome.

As religiões pretendem dar esperança, mas diante da morte não conseguem; a ciência pretende dar respostas científicas, e muitos pesquisam a vida após a morte, mas dizer e fazer o mesmo que Jesus faz, não conseguem.

Hoje é dia de homenagear aqueles que se foram e nos deixaram saudades, mas de esperança também, pois a mensagem de Jesus que permanece vibrante e verdadeira, garante que ressuscitará aqueles que se foram crendo nele.

Crês isto? É a mesma pergunta feita por Jesus à Marta, que ainda hoje Ele faz.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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UM PRESIDENTE DO CORAÇÃO DE DEUS

 

“Disse no seu coração o insensato: Não há Deus”.

(Salmos 14:1)

A história mais recente de governantes ateus é bastante estarrecedora, pois muitos deles influenciaram as pessoas, incutindo nelas total desprezo a Deus, negando sua existência. Suas vidas foram lastimáveis, nutrindo em seus corações ódio, maldade, soberba, inveja, pois não permitiram que Deus os abençoasse, e mudasse seus corações. Hitler é um dentre muitos que ainda estão em nossa memória, e seus feitos abomináveis estão visíveis em prédios hoje transformados em museus.

É sempre assim. Quando colocam Deus de lado os efeitos atingem como verdadeira praga, os lares perdem o rumo, a violência se espalha, o ódio cresce nos corações, e o pior, se tornam inimigos de Deus.

Neste salmo o escritor é enfático: “Disse no seu coração o insensato: Não há Deus”. De fato, só pode ser insensato, “aquele que não está em seu juízo, cujos atos são contrários ao bom senso, à justa medida, insano, doido, delirante” (Dicionário). As provas da existência de Deus estão em toda parte, e Jesus ao vir a este mundo corroborou de maneira extraordinária, respondendo a seguinte pergunta de Felipe: “Senhor, mostra-nos o Pai e isso nos basta. Ao que Jesus respondeu: “Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não me conheces, Felipe”? “Quem me viu a mim, viu o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai”?” (João 14:8,9).

Em outro Salmo assim afirma o Salmista: “Bem aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor” (Salmo 33:12).  E para “Deus ser senhor”, Ele tem que ser admitido nos corações, crido de maneira integral, obedecido e ser a bússola para todo governante.

O Brasil é conhecido como um país cristão, oxalá fosse, onde os governantes o temessem e o honrassem com suas vidas e ações, mas não é o que contemplamos à nossa volta, pois há os que desejam liderá-lo, trazendo a volta crenças que negam a existência de Deus e distorcem sua Palavra, com ensinos que pervertem as mentes de nossas crianças, e assim sejam infectadas desde os seus primeiros dias.

As eleições estão às portas, e cabe aos verdadeiros cristãos clamar a Deus que nos dê sabedoria em escolher aquele segundo o Seu coração. Um Presidente, mesmo que não se alinhe com os nossos ideais, mas que reconheça a Deus como Senhor, e governe nosso País com amor, justiça e paz.

Somente assim seremos uma nação abençoada.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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E A PACIÊNCIA, ONDE ESTA?

A paciência é uma virtude excelente na vida de qualquer um, pois ela traz inúmeras e benéficas vantagens, tais como equilíbrio, sensatez, decisões ponderadas, soluções de conflitos difíceis, e por aí vai uma lista infindável.

Lamentavelmente muitos não conseguem cultivar tal virtude nas muitas situações da vida, quer seja dentro da família, no relacionamento entre cônjuges, filhos, no ambiente de trabalho, no   trânsito, nas atividades escolares, no comércio, e no final muitos dizem: perdi a “cabeça”.

Confesso que  também perdi a paciência inúmeras vezes, mesmo   contando até 10!

A Bíblia está repleta de instruções sobre o exercício da paciência, especialmente nas cartas dos apóstolos Paulo, Pedro, Tiago, entre outros. Um dos requisitos para o obreiro aprovado é ser paciente: “e ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser brando para com todos, apto para ensinar, paciente”(II Tim.2:24). E tal preceito se aplica a todos os cristãos confessos.

Dentre os personagens bíblicos, Jó é bastante conhecido por sua paciência. Mas pela impaciência poucos conhecem o profeta Jonas. Basta ler seu pequeno livro e descobrir a falta desta virtude na vida do profeta desobediente.

Impaciente na tratativa de salvar o povo perdido,ficou irado com Deus. Mais tarde foi descansar e Deus fez nascer uma aboboreira que lhe trouxe muita alegria, mas no dia seguinte Deus enviou um bicho, feriu-a e ela se secou, e quando o sol refletiu sobre sua cabeça, desmaiou e desejou morrer. E diante de tanta impaciência, foi exortado por Deus: ´”É razoável essa tua ira por causa da aboboreira?”. (Jonas 4).

Então, seria conveniente nos perguntarmos: “é razoável minha impaciência?”. E a resposta sempre será negativa.

Devemos lembrar que Deus sempre foi e será paciente conosco, diante de nossos erros e respostas frívolas. Ele não tolera o pecado na vida do ser humano, mas não perde sua paciência com ele. Com Jonas, Deus demonstrou seu coração magnânimo, perdoando os pagãos arrependidos, e estabelecendo nítido contraste com o espírito intolerante, não perdoador de Jônatas.

O apóstolo Pedro destaca este atributo de Deus: “O Senhor não se atrasa em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo contrário, Ele é extremamente paciente para convosco e não quer que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento” (II Pedro 3:8).

Então, que tal cultivarmos esta virtude tão necessária para vivermos em paz uns com os outros, especialmente nos dias em que vivemos.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

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MILAGRES AINDA HOJE

Mensagem lida por ocasião da comemoração dos 45 anos da Casa de Oração de Jardim Botucatu, no 

dia 25 de agosto de 2018.

1973 – 2018

Pela fé eu creio em todos os milagres da Bíblia,

Mas,

Nestes 45 anos de comemorações, não vi nenhum mar vermelho se abrir,

Mas, aqui, vi muitos corações sendo abertos para uma nova vida.

Não vi nenhuma sarça ardendo sem se consumir,

Mas, aqui, vi muitos corações ardendo por Jesus sem se cansarem.

Eu creio em  milagres ainda hoje.

Não vi nenhum machado no fundo do rio ser levantado e flutuar,

Mas, aqui, vi muitas vidas atoladas no pecado e sendo milagrosamente resgatadas por Cristo.

Não vi Maria, irmã de Lázaro, aprendendo aos pés de Jesus,

Mas, aqui, vi muitos assentados, aprendendo de Jesus, também.

Não vi a sepultura de Lázaro sendo aberta e ele saindo, vivo, dela.

Mas, aqui, vi muitas vidas mortas, onde muitos saíram vivos para Jesus.

Não vi a cruz onde Jesus foi crucificado,

Mas, aqui, vi muitos que foram crucificados com Cristo.

 Sim, irmãos, nestes 45 anos, vi  muitos milagres.

 Crianças recitando versículos da Bíblia,

E hoje, muitas ensinando a Palavra de Deus.

Por isso, resta-me render a Cristo todo  louvor e adoração, pelos milagres que aconteceram neste lugar.

E que ao caminhar para os 46 anos  sejam mais  e mais,

E tudo para a Glória de Cristo.

Que assim seja

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UMA VELHA HISTÓRIA QUE NÃO PODE SER REPETIDA

 

Pedimos ao Senhor um rei para que batalhasse e ganhasse as nossas causas,

Que marchasse à nossa frente e nos defendesse das demais nações.

Pois estávamos com medo, muito medo.

Vimos que os povos ao nosso redor tinham um rei.

E nós, apenas juízes e, mais triste ainda, um juiz bastante velho.

Precisávamos de alguém com ideias novas, forte, guerreiro, batalhador.

E Deus nos deu um homem chamado Saul,

Muito bonito, alto, que fazia a diferença! (I Samuel 8)

Senhor, muda nosso pedido.

Hoje, desesperados, precisamos mais do que um rei.

Mais do que um guerreiro, mais do que um lutador;

Temos usado nossas forças para buscar alguém que caminhe adiante de nós,

Fizemos passeatas, pintamos  e espalhamos cartazes  com mensagens por toda a parte,

Fizemos abaixo-assinados, compartilhamos noticias sem saber sua veracidade.

Portanto, perdoa-nos, Senhor.

Hoje,  confessamos com muita tristeza,

Que não clamamos ao Senhor, pois é Ele quem melhor sabe escolher.

Ele vê o interior e conhece o coração lá no fundo.

Portanto, faze,  Senhor, que nossa escolha coincida com a tua, e dá-nos um presidente segundo o teu coração, como Davi, ou como Moisés, teu amigo.

Dá-nos Senhor, pois mais do que nunca precisamos um homem que ouça e obedeça a tua voz.

Que sejamos sábios em nossas escolhas.  Amém.

Texto de Orlando Arraz Maz


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A GRANDE OBRA DE CRISTO

“tendo por certo isto mesmo, que aquele que em

vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus” (Fili. 1:6)

É normal admirarmos boas construções as quais chamam nossa atenção. E ao conhecermos uma delas, afirmamos: “esta é uma boa obra”. Para tanto, o proprietário investe seus recursos e não mede esforços, pois deseja, mesmo, que seja uma ótima obra.

E este pensamento me leva a meditar no texto encimado, quando o apóstolo Paulo ao escrever aos cristãos da cidade de Filipos, os leva a lembrar do primeiro dia em que pisou seus pés naquela cidade.

Um dia que ficou marcado no coração de todos os que participaram dele, pois de pronto encontrou Lídia a vendedora de púrpura da cidade de Tiatira, que desejosa pelas novas do evangelho, converteu-se a Cristo, foi batizada, e abriu as portas de sua casa para Paulo e Silas. Enquanto as portas de sua casa eram abertas, o cárcere onde se encontravam os soldados de Cristo era destruído por um terremoto, e o carcereiro e sua casa convertidos a Cristo, assim como, destruído, também, a esperança de lucros obtidos pela adivinha escrava liberta de um espírito adivinhador e levada a Cristo. Tais acontecimentos ficaram gravados pela igreja que estava sendo edificada naquela cidade.

Assim, Deus começa o grande edifício, e nasce uma igreja fruto da obra redentora de Cristo. Seus primeiros membros, Lídia, o carcereiro, ambos com toda sua casa, a adivinha, cujos nomes não conhecemos, todos com as vidas transformadas e alcançados pela graça de Cristo.

E através dos anos o Evangelho está fazendo uma grande obra.

Entretanto, esta grande obra planejada por Deus foi executada pelo Senhor Jesus, que investiu sua preciosa vida, oferecendo-a na cruz em pagamento pelos nossos pecados. Verdade confirmada pelo apóstolo em sua 1ª Carta aos Coríntios: “Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras”(1ª Cor. 15:3).

Quando contemplamos as vidas retratadas na carta aos Filipenses ficamos encantados, pois se constituem em pedras preciosas nesta construção.  As vidas mudadas que iniciaram a igreja de Filipos e seus membros eram amorosas, alegres, participativas. Basta citar que um de seus membros, chamado Epafrodito foi incumbido de levar uma oferta ao apóstolo Paulo preso em Roma, quando ficou enfermo e próximo às portas da morte. Pela carta escrita podemos avaliar o enorme amor para com Epafrodito: “Pois de fato esteve doente e quase à morte; mas Deus se compadeceu dele, e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza. Por isso vo-lo envio com mais urgência, para que, vendo-o outra vez, vos regozijeis, e eu tenha menos tristeza. Recebei-o, pois, no Senhor com todo o gozo, e tende em honra a homens tais como ele; porque pela obra de Cristo chegou até as portas da morte, arriscando a sua vida para suprir-me o que faltava do vosso serviço”. (Filip. 2:25-30).  Por várias vezes enviou ofertas ao apóstolo, para suprir suas necessidades, enquanto outras igrejas não fizeram o mesmo.

Ao encerrar esta singela meditação sobre a igreja de Filipos, nossa oração é que a igreja de nossos dias, igreja militante, tenha as suas características, expondo vidas verdadeiramente salvas como os melhores e mais belos ornamentos de consagração, pureza, retidão, alegria, amor e misericórdia.

Somente assim seremos acreditados como um dos mais belos edifícios construídos por Deus e sustentado pelo Senhor Jesus. “Uma boa obra”

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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ONDE ESTÁ MINHA COMPAIXÃO?

Quando Jesus saiu do barco e viu uma grande multidão,
teve compaixão deles,
porque eram como ovelhas sem pastor.
Então começou a ensinar-lhes muitas coisas.(Marcos 6:34)


A Bíblia apresenta detalhes preciosos da vida de Jesus que valem a pena seu estudo. Por ocasião da primeira multiplicação dos pães e peixes, podemos concluir que foi um dia repleto de atividades, e todas cansativas, sem ter para ele e seus discípulos um minuto para comer e descansar. Avaliando a situação, Jesus os convidou para descansar em um lugar deserto. Entretanto, muitos vendo retirar-se com seus discípulos, acompanharam por terra o destino do barco, e chegaram antes deles.

Jesus não pode descansar, e ao ver grande multidão, teve compaixão deles, porque eram como ovelhas sem pastor, e começou a ensinar-lhes muitas coisas.

Um pastor de rebanho é aquele que se preocupa com seus animais, defende-os de feras, providencia um pasto bem verde, e um riacho para dessedentar sua sede. Quando tudo isto é feito, surgem animais sadios e fortes.

Foi assim que Jesus viu aquela enorme multidão, totalmente desorientada e buscando alimento para a alma. E lá estava o Grande Pastor, que depois de ensiná-los providenciou um farto banquete de pães e peixes.

Ainda hoje Jesus manifesta a mesma compaixão, e se preocupa com o bem estar das pessoas e deseja alimentá-las sobejamente. Não quer despedir ninguém, pois para Jesus nunca é tarde. Mas os discípulos reagiram sugerindo que as pessoas comprassem comida nos campos e povoados, mesmo sendo tarde. Vemos em cada um deles uma frieza tamanha que chega a nos incomodar.

Vivemos dias de total indiferença no campo religioso. Há uma multidão faminta desejando ser alimentada pela Palavra de Deus, porém encontram lideres indiferentes, pastores interesseiros, que os despedem vazios de Cristo.  Por outro lado há cristãos nominais que deixaram desaparecer as marcas da compaixão de Cristo, e são péssimos exemplos para  aqueles que estão famintos de Jesus.

Nossa oração, porém, dirigida a Jesus, é para que ele abra os nossos olhos para encontrar famintos do pão da vida, e incendeie nosso coração com sua compaixão. E, com alegria, cantemos este hino: “Mais de Cristo quero ver, mais da sua graça ter, mais da sua compaixão, mais da sua mansidão” HC 349.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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