BENJAMIM CHEGOU!

Quando o SENHOR trouxe os cativos de volta a Sião, ficamos como quem sonha!Então nossa boca se encheu de riso, e nossa língua, de cânticos de alegria. E se dizia entre as nações: O SENHOR fez grandes coisas por eles.Sim, o SENHOR fez grandes coisas por nós, e por isso estamos alegres.

A alegria de um povo livre do cativeiro é demonstrada de forma vibrante neste salmo. Antes só havia choro e tristeza, e agora riso e felicidade.
É sempre assim em todas as areas de nossa vida. Ora nas alturas, com manifestações de alegria, ora nos vales mais profundos, abatidos entre lágrimas.

Hoje, na experiência da vida, após passar pelas emoções de pai, hoje experimento a alegria de ser avô pela segunda vez de um menino nascido com o nome de Benjamim. Essa é a razão do riso e da afirmação “Grandes coisas fez o Senhor por nós “. Que hoje seja um dia que meus olhos se abram para grandes coisas, e compreenda melhor e ame cada vez mais o autor de tamanha grandeza.

Benjamim , atenta para seu nome que significa  “Filho da felicidade”, ” Filho da mão direita”,  “O bem-amado”, e guarde em seu coração que este dia, o dia de seu nascimento,foi preparado por Deus para sua e nossa alegria, e que seja sempre para Deus e seus pais, o “Bem Amado”.Seja bem-vindo a esta vida e que a desfrute fazendo a diferença com Cristo em seu coração.

Votos do avô e da avô.

Orlando e Fátima

Publicado em BIOGRAFIAS | 1 comentário

RECURSOS DE DEUS

Quando ainda era bem criança, algumas vezes ouvi meu pai citar o versículo que encabeça esta meditação. Nossa família possuía poucos recursos e condições bastante limitadas, embora nunca nos tenha faltado o básico em nossa mesa. Meu pai sempre confiou nesta citação bíblica.

Naqueles tempos não entendia a profundidade deste versículo, talvez por não ser um idoso, ainda. Os anos se passaram , tornei-me adulto, pai e avô, e novamente me confronto com este versículo. Desejo nele confiar , assim como confiavam meu pai e o rei Davi.

É bem provável que alguns tenham certa dificuldade em sua interpretação, principalmente nos dias de tanta religiosidade que atravessamos, confiando numa falsa pregação de abundância de bens materiais, sucesso financeiro, prosperidade neste mundo, transformando as “igrejas” em balcões de negócios, o verdadeiro “toma lá dá cá”.

A mensagem de Jesus a ninguém iludia com promessas de riquezas e bens materiais, pelo contrário ao vir ao mundo se fez pobre, e alertou a todos que no mundo teriam aflições.

Deus promete suprir nossas necessidades, não restam dúvidas. E Davi, agora um idoso, tem plena certeza que Deus nunca desampara o justo nem sua descendência. É possível alguém passar por dificuldades, assim como Davi passou diversas vezes.

Lembro-me quando com seus moços esperavam a bondade de Nabal e foram decepcionados, uma vez que estavam famintos (ISam.25), ou quando foi ao Tabernáculo onde se encontrava o  sacerdote Aimeleque, à procura de pão. ( I Sam. 21).

Sim, o justo pode passar por privações, mas nunca sentir o desamparo de Deus.

Neste precioso salmo Davi é o homem que vive  sem ganância  (vers.21), que é abençoado (vers.22), que tem seus passos confirmados pelo Senhor(23),e que ao cair pelo caminho, contará com a sustentação da mão do Senhor (vers.24).Assim,  nunca sentirá o desamparo de seu Deus nem tampouco sua descendência.

Bendito seja o Deus de Davi e de meu pai, o qual não nos promete bens materiais, sucesso financeiro, mas nos abençoa e conforta com a sua presença.

Que ensinemos nossos filhos a fidelidade de Deus, que não desampara  aqueles que o temem, nem a sua descendência.

Ele não promete um tapete florido, mas uma mesa farta com sua presença constante e abençoada.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

 

Publicado em ARTIGOS | Deixar um comentário

QUEBROU? NÃO FUNCIONA? HÁ CONSERTO!

 

Como o vaso, que ele fazia de barro, se estragou na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme pareceu bem aos seus olhos fazer”. (Jeremias 18:1-4) 

 

 

Há algum tempo mandei um vídeo para ser consertado, e qual não foi minha surpresa em ouvir do técnico que o conserto não compensava. Seu destino deveria ser o lixo. Uma tristeza, pois estava bem conservado, sem riscos, e parecia ter saído da loja. Mas, para nada mais servia.

E por falar em algo que se quebrou, vem à lembrança o vaso do oleiro descrito pelo profeta Jeremias.

A palavra que veio do Senhor a Jeremias, dizendo: “Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras. Desci, pois, à casa do oleiro, e eis que ele estava ocupado com a sua obra sobre as rodas. Como o vaso, que ele fazia de barro, se estragou na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme pareceu bem aos seus olhos fazer”. (Jeremias 18:1-4)

Um oleiro e sua obra – um vaso – possivelmente para ser usado como decoração, o que requeria muito cuidado e atenção. Mas mesmo assim, quebrou-se nas mãos do oleiro.

Deus fez uma obra perfeita na criação do homem e sua mulher. Como um vaso de barro, sem rachaduras, uma verdadeira obra prima. Mas não tardou, exposto às tentações de Satanás, ficou totalmente destruído, com riscos por toda parte. Perdeu sua utilidade principal: glorificar seu criador pela obediência.

Através dos tempos o ser humano, qual vaso de barro, tentou cobrir as rachaduras e ocultar os defeitos. Tarefa impossível, cansativa, desgastante. Aparentava uma coisa, mas era realmente outra. Como bem diz o ditado: “Por fora bela viola, por dentro pão bolorento”. O que fazer, então?

O conserto vem pelas hábeis mãos de Jesus, que nos molda de acordo com seu caráter. Nos dá uma nova vida, nos salva perfeitamente, e nos apresenta ao Pai como uma obra prima. Basta não fazer vistas grossas para as rachaduras, e suplicar seu perdão e pedir que nos restaure.

Para os aparelhos eletrônicos e todos os demais que apresentam defeitos, como o meu, embora conservados, nada se pode fazer. Mas para o ser humano há esperança de ser plenamente reciclado pelas mãos do nosso Amado Oleiro, o Senhor Jesus.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz

Publicado em ARTIGOS | Deixar um comentário

EVANGELHO, A VERDADEIRA LUZ

“E ninguém, acendendo uma candeia,
a põe em oculto, nem debaixo do alqueire,
mas no velador, para que os que entram vejam a luz”(Lucas 11:33) 

As palavras deste versículo são desconhecidas tanto às pessoas que vivem nas cidades, como às que desconhecem os costumes bíblicos. Candeia era um castiçal usado nas casas para espalhar sua luz. Geralmente era colocada no alto. Alqueire, por sua vez, era um móvel utilizado para medir coisas secas; sua capacidade era de 8,8 litros.

Jesus bem conhecia tais utensílios, e por certo muitas vezes, como filho mais velho, foi responsável de abastecer com óleo os candeeiros de sua casa em Cafarnaum.

A utilização de tais figuras transmite-nos uma das mais profundas lições.

Ninguém deseja instalar uma iluminação sem ser visível, mas num lugar bem alto, onde toda a casa seja iluminada.

Os que já possuem em seus corações a luz de Cristo devem mantê-la bem alto em suas vidas, a fim de iluminar o caminho daqueles que como cegos vivem tateando, e conduzi-los a Jesus, a luz do mundo.

As religiões tão disseminadas em nossos dias, não possuem a luz de Cristo, e são incapazes de livrar da escuridão seus seguidores. Como alguém disse, a religião cansa, o Evangelho descansa; religião é aquilo que o homem faz para alcançar Deus, o Evangelho é o que Deus faz para alcançar o homem; religião cobra, o Evangelho dá;  religião pesa, o Evangelho alivia; religião é uma escada construída para alcançar Deus, o Evangelho é um elevador em que Cristo desce e nos apanha no porão de nossa vida e nos acolhe com seu amor incondicional.

Portanto, o Evangelho é o transmissor da verdadeira luz que é Cristo, e seus verdadeiros seguidores devem colocá-la bem alto em suas vidas. Vivemos dias de trevas espirituais, e estamos cansados de ouvir “religiosos” sem possuírem esta bendita luz.

Em seu sermão do monte, assim ensinou Jesus: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16).

Que possamos valorizar a cada dia a luz que agora resplandece em nosso coração, e que nossa vida e palavras reflitam a glória de Cristo. “Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo”. (II Coríntios 4:6).

Que assim seja

Orlando Arraz Maz.

Publicado em ARTIGOS | Deixar um comentário

NELE ESPERAREI

“Ainda que ele me mate, nele esperarei” (Jó 13:15)

Este versículo é como uma rolha dentro de uma bacia com água. Por mais que eu queira que ela permaneça no fundo, ela sobe à tona.

Quando Deus não responde a minha oração, quando os meus planos de repente ficam frustrados, como reage meu coração? Eu que esperava a cura que não veio da pessoa que tanto amo. O emprego tão sonhado que vinha suprir todas as minhas necessidades. O dinheiro tão esperado, mas que me foi negado com um simples “não posso emprestar”.

Nessas ocasiões, me vem à mente o versículo mencionado por Jó. Fico imaginando Jó sentado na presença dos seus amigos, com um caco em sua mão para limpar as feridas, os tumores importunando aquele corpo frágil, em outros tempos tão hígido, expressando tais palavras para espanto de todos: “Ainda que ele me mate, nele esperarei”.

Por certo teria clamado por sua saúde, pela recuperação dos bens que se perderam, pelo consolo da perda dos filhos, mas o que se via era uma forte e inabalável esperança.

“Ainda que ele me mate, nele esperarei”. Vejo nesta expressão a fé sublime deste homem que não se encontra na galeria dos homens de fé, embora seja um daqueles que foram “desamparados, aflitos e maltratados” (Heb.11:37), e que foi citado por Tiago como um “bem-aventurado”: (Tiago 5:11). “Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso”.

Que lição posso tirar desta notável declaração de Jó? Continuar o meu lamento, ou crescer na minha fé? Sem dúvida, confiar naquele que é Soberano e que conhece todas as minhas necessidades, e que não está ausente da minha dor.

Jó entregou-se nas mãos daquele que julga retamente “O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente.”(I Pedro 2:23)

Jó continuou esperando. “Ainda que ele me mate, nele esperarei”. Se a cura da sua dor não chegasse a tempo, a esperança era qual chama viva em seu coração, afirmando que mesmo morto, Deus seria o seu redentor. “E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a Deus, vê-lo-ei, por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros o contemplarão; e por isso os meus rins se consomem no meu interior”. (Jó 19:26, 27).

Embora não tenhamos a mesma paciência e fé deste homem valoroso, nem tampouco tenhamos a coragem de imitá-lo na expressão “ainda que ele me mate”, façamos nossa oração incluindo a expressão: “ainda que a cura não chegue, que o emprego sonhado não venha…ainda…ainda…nele esperarei”.

Que em face das circunstâncias sombrias que crescem à minha volta, das provações que tendem a me sufocar, todas querendo me desviar dos céus, que este versículo seja um estímulo à minha fé, e que eu, como uma rolha na bacia das provações, possa flutuar bem próximo do coração de Deus, pois nada conseguirá me deixar no fundo. “Ainda… nele esperarei”.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz  ©

Publicado em ARTIGOS | Deixar um comentário

PARABÉNS! DEUS TE ABENÇOE

Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. 

Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. (Salmo 139:13,14)

 

Há 45 anos Deus nos enviava o melhor presente, o nascimento de uma menina. Veio para alegrar nossa vida, aumentar o nosso amor e fortalecer nossa fé em Deus, pois ele é o doador da vida. Os anos passaram e essa criança hoje é uma esposa dedicada e mãe de uma filha de 18 anos.

Quantas alegrias nos têm dado! Uma filha boa para com o seu próximo, amável para conosco, e uma dedicada e consagrada serva de Deus.

Damos muitas graças a Deus por sua vida, e pelo que representa para nós,

Que o Deus da nossa família continue a te abençoar, dirigindo e protegendo seus passos.

Logo mais vamos apertá-la com nosso abraço e um carinhoso beijo.

Te amamos.

Eu e sua mãe.

Publicado em ARTIGOS | Deixar um comentário

SUBINDO SEMPRE

Fachada em construção

Foto antiga – fachada atual

CASA DE ORAÇÃO – IGREJA EM JARDIM BOTUCATU – SP

1973 – 2017

Completamos mais um ano de testemunho no local onde o amor de Deus nos plantou há 44 anos.

Todo este tempo pode ser representado por uma escada de 44 degraus, onde cada um demonstra a fidelidade de Deus.

Presenciamos momentos de alegrias e tristezas que se mesclaram, quando nossas vozes se emudeceram, custando-nos ver as bênçãos que desciam dos céus.

44 anos – 44 degraus

Uma escada bem alta – 44 degraus – e penso na subida um a um.

O primeiro degrau é fácil de subir – basta levantar o pé. Mas quando se chega lá pela metade, o fôlego começa a faltar.

Assim podemos classificar o aniversário da igreja nesta localidade. Os degraus foram sendo galgados um a um, até chegarmos ao topo.

Uns mal começaram e partiram. Mudanças de cidades, novos horizontes, empregos, família;

Outros, após galgarem um bom número de degraus foram chamados pelo Senhor, e nos deixaram na subida.

Outros procuraram novos campos de serviços espirituais onde servem com alegria.

A escada permanece firme, pois está firmada sobre a rocha que é  Cristo.

Os degraus não se gastam com o passar dos anos, e apesar de serem molhados com lágrimas, não se apodrecem.

Ao subirmos o que nos conforta é ouvir a voz do Sumo Pastor, que é o eterno Deus, o Senhor, nos dizendo que Ele não se cansa e nem se fatiga. E que seu entendimento é inescrutável.

Ainda hoje, quando estamos no 44º degrau, Ele nos conforta dizendo, que embora nos cansemos na subida, ele aumenta nossa força e renova nosso vigor.

.Assim, queremos continuar subindo os degraus que ainda serão construídos, pois cremos que nossas forças serão renovadas e nossa alegria no Senhor será constante e abençoada.

Obrigado, Pai, por esta escada de 44 degraus. Do seu topo, não permita que olhemos para baixo onde nada nos anima. Mas que continuemos subindo, sempre e sempre, olhando para Jesus.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

Publicado em ARTIGOS | Deixar um comentário