UM PEQUENO VÍRUS E TANTO ESTRAGO

Então o Senhor Deus fez crescer uma planta sobre Jonas,
para dar sombra à sua cabeça e livrá-lo do calor, e Jonas ficou muito alegre.

Mas na madrugada do dia seguinte,
Deus mandou uma lagarta atacar a planta de modo que ela secou. (Jonas 4:6,7)

Quem não conhece a história do profeta Jonas? Todos a conhecem pelo grande peixe queo engoliu e o levou às profundezas do mar, e depois o vomitou na praia.

Entretanto, poucos conhecem o milagre da aboboreira.

Deus na sua imensa misericórdia fez nascer uma aboboreira, com a finalidade de protegê-lo do sol inclemente, e trazer descanso ao seu profeta desobediente, e o relato nos informa: ”de modo que Jonas se alegrou em extremo por causa da aboboreira”. Mas Deus querendo prová-lo pela indiferença quanto ao estado espiritual do povo de Nínive, enviou uma “lagarta para atacar a planta de modo que ela se secou”. E lá se foi a sombra que protegia Jonas.

Uma simples lagarta consumiu uma planta frondosa. Parece incrível, mas aconteceu. E tal foi a sua investida que a mesma se secou por completo.

Assim está acontecendo em quase todo o mundo com o surgimento do CoronavÍrus – Covid 19, um vírus, seres muito simples e pequenos   (medem menos de 0,2 µm)”.  Como a planta de Jonas, a economia mundial esta “secando” e modificando drasticamente os costumes das pessoas. O medo tomou conta de todos, e o caos parece estar presente em toda parte.

Em face deste acontecimento inusitado na história do mundo, necessário se faz uma avaliação. Não chegou aqui por acaso, muito menos por causas desconhecidas, mas Deus, sem dúvida, deseja alertar a todos nós. Assim como enviou uma simples lagarta e abriu os olhos de Jonas, está enviando o Covid-19 para fazer o mesmo. O mundo chegou a um grau de indiferença com as coisas de Deus, uma rebelião total mergulhada numa sociedade corrompida. No passado Deus alertava o povo com seus “ais” pelo profeta Isaias: “Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo doce e do doce, amargo” (Isaias 5:20). O mesmo acontece em nossos dias, mesmo com templos lotados, mas sem um compromisso com a mensagem de Cristo. Buscam prosperidade, conforto, satisfeitos com vidas imorais, e, tranquilos, seguem o seu caminho.

É tempo de todos os que se mantém fieis a Deus, e que procuram obedecer seus ensinos, orar em favor dos que ainda se mantém distantes de Jesus, que é o caminho, a verdade e a vida. Que busquem nele e não nas religiões que crescem em redor do mundo, a verdadeira vida.

Que as lições do Covid 19 sejam de grande valia, e que os olhos de muitos sejam abertos. E que Deus nos contemple com sua misericórdia, a mesma que usou com o povo de Nínive, e que está à disposição dos que verdadeiramente confessem a Jesus como Salvador.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

 

 

 

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ONDE ESTÁ CONSTRUÍDA SUA VIDA?

“Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica
é como um homem prudente que
construiu a sua casa sobre a rocha. (Mateus 7:24-27)

Ultimamente temos visto inúmeras quedas de casas, famílias inteiras desalojadas, muitas mortes e feridos, resultando num quadro bastante triste e desolador. De uma hora para outra tudo que era de aparência firme, tornou-se um montão de lama e restos de construções espalhados por todos os lados.

Jesus nos deixou uma preciosa parábola que vem à nossa mente, e suas lições tornam-se mais reais, quando vivenciamos tragédias bem perto de todos nós.

Para melhor elucidá-la apresenta dois homens – um homem prudente e o outro, insensato. O primeiro cercou-se de todas as garantias e cuidados na construção de sua futura casa: um terreno bem preparado com a colocação de pedras, um alicerce profundo, e sobre ele as paredes bem largas. Talvez tenha levado bastante tempo para iniciar a edificação, ajuntar um bom dinheiro, e, com cautela, iniciar seu empreendimento.

O outro homem, chamado por Jesus de insensato, em tempo recorde construiu sua casa sem os cuidados que deveria ter, assim como seu vizinho. A construção do prudente passou pelo teste durante uma forte tempestade, com fortes vendavais e águas volumosas. Estava seguro, e dentro de casa nada o perturbava. E Jesus afirma:  “ e ela não caiu porque tinha seus alicerces na rocha”.  Já a casa do insensato, assim que começou a tempestade veio abaixo, e Jesus conclui: “Grande foi a sua queda”.

Podemos aplicar o ensino de Jesus às vidas das pessoas, onde muitas agem com sabedoria e prudência, e outras de forma insensata, desfrutando os prazeres da vida sem qualquer preocupação na construção espiritual. Notem que o homem prudente construiu sua casa sobre a rocha. E Jesus é a Rocha segura e profunda para iniciar a sólida construção de uma vida. E toda pessoa firmada  na Rocha que é Cristo, os vendavais das provações e as fortes tempestades virão sem trazer quaisquer danos. O apóstolo Paulo, escrevendo aos cristãos de Corinto faz menção da travessia do povo de Israel no deserto, e esclarece: “e beberam da mesma bebida espiritual, pois bebiam da rocha espiritual que os acompanhava e essa rocha era Cristo” (I Cor. 10:4). É somente Jesus a nossa rocha. Não são os lideres religiosos, tampouco as religiões.

Quanta tristeza tem causado as quedas de casas com enormes prejuízos , muitas vezes resolvidos    pela cooperação dos poderes públicos ou com a ajuda de amigos e entidades particulares. Mas o desabamento de vidas que se descuidaram na construção sobre a rocha que é Jesus pode ter consequências com prejuízos para toda a eternidade.

Ainda é possível iniciar sua vida espiritual sobre a Rocha. Agora mesmo lendo esta meditação e reconhecendo que o terreno onde você se encontra   é terra movediça, busque a direção de Jesus, confesse-o como seu Senhor e Salvador, e sua vida estará segura e firme por toda a eternidade.Onde? Na Rocha que é Jesus Cristo.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

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FERIDAS QUE PODEM SER CURADAS

É ele quem perdoa todas as tuas iniquidades,
quem sara todas as tuas enfermidades” (Salmos 103:3),

A vida do apóstolo Pedro é uma das mais comentadas em livros, artigos, estudos e pregações. Muito se fala da sua atuação entre os doze, respondendo precipitadamente as perguntas de Jesus, ora acertando ou errando. Mas hoje desejo pensar no apóstolo, o homem transformado nas mãos de Jesus. Qualquer professor ou mestre incumbido de ensinar a Pedro, talvez desistisse logo no começo. O amor incondicional de Cristo, o excelente Mestre, não desistiu dele, e após quase três anos, encontramos um homem totalmente modificado pelo poder de Cristo.

Uma das últimas conversas de Jesus com o apóstolo Pedro é deveras emocionante. Pedro ainda traz em sua mente a noite em volta da fogueira com as vergonhosas respostas de que não conhecia o nazareno. Entretanto, nesta ocasião Jesus inicia uma conversa com Pedro, demonstrando aos demais discípulos que tudo estava resolvido, e que sua comunhão com ele fora restabelecida.

Neste diálogo, à beira da praia, Pedro vai provar que é “Ele quem perdoa e sara todas as suas enfermidades”. Dá uma preciosa receita para todos que se sentem feridos, tal como ele. Ferido no mais profundo de sua alma. Quantos hoje assim se encontram, mesmo conhecendo o poder de Jesus, mas que se distanciaram dele e o rejeitam com suas ações.

Pedro, que negara o Senhor três vezes, declara o seu amor também três vezes.  Na terceira vez que responde a pergunta de Cristo “Amas-me mais do que estes?”, ao respondê-la é como alguém que se lança totalmente nos braços de Jesus e responde: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. (João 21:17). Ó que resposta gloriosa, que palavras sublimes.

O segredo da cura de todas as almas que se distanciaram de Cristo está nestas palavras: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Tal como Pedro foi restaurado e usado com poder nas mãos de Cristo, hoje se dá o mesmo com todos os que de coração o buscam.

Para conhecermos melhor o apóstolo restaurado, basta lermos os primeiros capítulos do livro dos Atos dos Apóstolos, e quase ao final de sua vida, suas duas cartas. Quem sabe, ao escrever aos seus leitores, não voltou no tempo naquele glorioso dia à beira da praia, perto de outra pequena fogueira: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor. Herança guardada nos céus para vocês que, mediante a fé, são protegidos pelo poder de Deus até chegar a salvação prestes a ser revelada no último tempo.” (I Pedro 1:3-5)

Não perca mais tempo longe de Cristo, busque sua completa restauração como Pedro, e diga: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”, pois É ele quem perdoa todas as tuas iniquidades, quem sara todas as tuas enfermidades”

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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HOMENS FRACOS, MAS REVESTIDOS DE PODER

Irmãos, pensem no que vocês eram quando foram chamados, 
Poucos eram sábios segundo os padrões humanos;
poucos eram poderosos; poucos eram de nobre nascimento.
Mas Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios,
e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes.
Ele escolheu as coisas insignificantes do mundo, as desprezadas
e as que nada são, para reduzir a nada as que são,
para que ninguém se vanglorie diante dele.(I Coríntios 1:26-29)

Quando medito nas palavras do versículo acima, minha fé nas Escrituras fica mais forte, e não tenho dúvidas que todo o seu conteúdo foi e é inspirado por Deus.

Os discípulos de Cristo são verdadeiras provas, quando olhamos para suas vidas. Não eram pessoas sábias, segundo os padrões humanos, nem poderosas, e poucas de nobre nascimento.

Dentre eles, uns eram pescadores, Mateus coletor de impostos, serviço odiado pelos judeus, Simão, o Zelote, partidário de um grupo radical que desejava banir a força de Roma sobre os judeus.  Além do mais, vinham de uma cidade de pouca expressão.

Tais homens foram escolhidos por Cristo e se destacaram no grupo apostólico. Jesus, que já possuía uma multidão de seguidores, não se preocupou em escolher homens de destaque naquela sociedade: sacerdotes de renome ou escribas versados nas Escrituras. Escolheu  homens comuns e desprezados por suas origens. E por um período aproximado de dezoito meses, os instruiu da melhor forma possível. Foi paciente com todos eles, tolerou comportamentos explosivos, dificuldades no aprendizado, impulsividade de Pedro e sua negação, traição de Judas, e por fim, a debandada de todos por ocasião de sua prisão. Jesus, foi um verdadeiro Mestre, que os amou até o fim, inclusive Judas.

Dois mil anos se passaram e a influência dos discípulos ainda é notada em todos os lugares deste mundo. No limiar da igreja, os Atos dos Apóstolos, livro do médico Lucas, informa: “Vendo a coragem de Pedro e de João, e percebendo que eram homens comuns e sem instrução, ficaram admirados e reconheceram que eles haviam estado com Jesus” (Atos 4:13). Os evangelhos narram suas vidas, e servem de inspiração, abençoando com a salvação de muitos até nossos dias.

Então, cumpre-se em todos os aspectos o versículo de nossa meditação: Deus usa coisas loucas para envergonhar os sábios; coisas fracas para envergonhar os fortes; coisas insignificantes do mundo, as desprezadas, e as que nada são, para reduzir a nada as que são. E o texto conclui: “Para que ninguém se vanglorie diante dele”.

A obra majestosa dos discípulos desde aqueles primeiros dias, até hoje tem produzido resultado que só a eternidade revelará. Os alicerces que eles lançaram estão inabaláveis, pois Jesus é a pedra angular. Assim lemos na carta aos Efésios: “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular, no qual todo o edifício é ajustado e cresce para tornar-se um santuário santo no Senhor”. Efésios 2:20,21)

Que esta singela meditação possa mudar o pensamento de muitos, pois o poder do Evangelho não nasce de homens sábios ou poderosos, mas de fracos e incapazes que nas mãos de Deus se tornam verdadeiros gigantes. Eu e você podemos ser um deles.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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COMO DIMINUIR ATÉ ZERAR NOSSA ANSIEDADE

“Considerai os lírios, como crescem;
não trabalham, nem fiam;
contudo vos digo que nem mesmo Salomão,
em toda a sua glória, se vestiu como um deles”. (Lucas 12:27)

O assunto sobre os lírios e os corvos, surgiu logo após um homem procurar Jesus para ajudá-lo na partilha de uma herança com seu irmão.   Em seguida, para ilustrar seu ensino, contou-lhes a parábola do rico insensato. Um homem que gastou sua vida em amealhar grande fortuna, construindo celeiros maiores para armazenar sua abundante colheita. Preocupou-se com o presente e nem sequer pensou na vida futura, com Deus.

Jesus, em seguida, dirige-se aos  discípulos para que tenham uma vida totalmente diferente destes dois homens, com preocupações para ganhos materiais, com tanta ansiedade que lhes tiravam  a paz. Jesus quer ensinar-lhes que Deus cuida dos seus filhos, suas necessidades, sua saúde, negócios, coisas que nos tornam ansiosos e que muitas vezes nos roubam a paz.

Com isto, Jesus não ensina que devemos cruzar os braços, esperar as providências divinas, mas, sim, entregar a Deus toda nossa ansiedade, pois ele cuidará de nós. E o apóstolo Pedro assim escreve em sua primeira carta: “lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.(I Pedro 5:7)

Quantas vezes falhamos no quesito “ansiedade”, pois vivemos dentro de um sistema que nos envolve nas vinte e quatro horas do dia. Desde as simples preocupações às maiores, quando menos esperamos, estamos ansiosos, perdemos o sono e nossa paz vai por água abaixo.

Daí vem o ensino de Jesus: os corvos, aves repugnantes, que nada fazem para seu sustento, são cuidados por Deus e não morrem de fome. (Lucas 12:24). E num outro extremo estão os lírios, flores delicadas e apreciadas, que também nada fazem para conservar sua beleza, e são ornamentadas por Deus. E Jesus conclui: “…nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles”.  “Se, pois, Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais vós, homens de pouca fé”, (Lucas 12:27,28);

A lição se aplica a mim e a você. Valemos mais que as aves, e como nascidos de novo refletimos a beleza de Cristo. Então, descansemos na certeza de que Deus, assim, cuidará de cada um de nós.

Oremos para que Ele aumente nossa fé e que abra os nossos olhos para tais verdades. Só assim teremos reduzidas nossas ansiedades até zerá-las. Assim escreve o autor deste belo hino: “Mesmo como os lírios crescem aos cuidados do Senhor, eu descanso em Jesus Cristo e no seu imenso amor” (Aubrey W.Price – Hinos e Cânticos 366).

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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COMO VOCÊ OFERTA AO SENHOR?

Receberam de Moisés todas as ofertas que os israelitas
tinham trazido para a obra de construção do santuário.
E o povo continuava a trazer voluntariamente ofertas,
manhã após manhã.(Êxodo 36:3) COMO VOCÊ

Os versículos desta meditação são notáveis, pois informam com todos os detalhes a disposição dos israelitas em atender ao pedido de Moisés. Deus lhe dera todas as instruções necessárias para a construção do tabernáculo que foi prontamente obedecida.  E então, passou a seguinte ordem a toda a comunidade: “Foi isto que o Senhor ordenou”.( Êxodo 35:4). Portanto, todo o material necessário foi ofertado pelo povo. O texto nos diz que o povo trazia suas ofertas voluntariamente, “manhã após manhã”.

Lições preciosas podemos extrair deste povo, que podem ser aplicadas a cada um de nós. Devemos contribuir para a obra do Senhor com nossas ofertas, e com alegria, pois o Senhor ama a quem assim dá, conforme escreve o apóstolo Paulo: “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama a quem dá com alegria” (II Cor.9:7).  Muitas vezes somos mesquinhos e entregamos a Deus aquilo que sobra de nossos ganhos, e que muitas vezes são verdadeiras esmolas.

Paulo, escrevendo aos crentes de Corinto, ressalta a alegria deles em contribuir para ajudar seus irmãos empobrecidos de Jerusalém. “No meio da mais severa tribulação, a grande alegria e a extrema pobreza deles transbordaram em rica generosidade”.(II Cor.8:2) .

Voltando ao nosso texto, descobrimos algo extraordinário: Os que estavam envolvidos na obra informaram a Moises que “o povo está trazendo mais do que o suficiente para realizar a obra que o Senhor ordenou”. Assim, o povo foi impedido de trazer mais, pois o que já haviam recebido era mais que suficiente para realizar toda a obra que o Senhor ordenou.

Para Deus que criou o universo do nada, bem poderia ter construído o tabernáculo e seus utensílio tão somente pela sua palavra. Mas, não. Deus se alegra em ver o interesse do seu povo em cooperar com a obra. Assim, o mesmo se dá em nossos dias, pois Ele usa os recursos de seus filhos para abençoar sua obra. Seria bom que todos contribuíssem de maneira liberal, com abundância e generosidade, à exemplo dos israelitas e dos cristãos das igrejas da Macedônia.

Somos instruídos pela sua Palavra a contribuir: “No primeiro dia da semana, cada um de vocês separe uma quantia, de acordo com a sua renda, reservando-a para que não seja preciso fazer coletas quando eu chegar” (I Cor.16:2).Não há qualquer porcentagem determinada para que ninguém fique limitado à mesma, mas que seja generosa, e assim, abundante será a obra do Senhor.

Então, que tal rever nossa atitude para com as ofertas que separamos para o Senhor? São dignas dele? Exaltam o seu nome? Abençoam sua obra?

Não estamos mais construindo “tabernáculos”, mas alcançando vidas que serão salvas pela mensagem do Evangelho, levada pelos pés dos mensageiros do Senhor que devem ser sustentados por nossas ofertas.  É tempo de mudar.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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VOCÊ É UMA PESSOA VITORIOSA?

 

“Mas graças a Deus, que nos dá a vitória
por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.
Portanto, meus amados irmãos, mantenham-se firmes,
e que nada os abale, Sejam sempre dedicados à obra do Senhor,
pois vocês sabem que, no Senhor,
o trabalho de vocês não será inútil”. (I Cor. 15:57,58)

 Quem não gosta de vitória, na vida pessoal, nos negócios, nos estudos, e em tantas outras áreas? Sem dúvida transforma a vida dos que a saboreiam. Estampam no rosto suas marcas e facilmente todos percebem o grau de satisfação que a vitória traz.

O apóstolo Paulo, quase na reta final da sua primeira carta aos cristãos da cidade de Corinto, ergue um monumento que é o capítulo quinze. Começou escrevendo àquela igreja, e suas palavras denotavam nuvens escuras sobre seus membros. Talvez tenham causado neles muita tristeza, mas por certo trouxeram excelente ensino. Ao chegar neste capítulo majestoso, defende a ressurreição atacada pelos falsos mestres que tentavam perverter a fé de muitos daquela igreja.

Ainda hoje a ressurreição é vista com reservas por muitas pessoas, que preferem a reencarnação, sem qualquer base nas escrituras e jamais ensinada por Jesus Cristo. E o apóstolo assim escreve: “Se não há ressurreição dos mortos, então nem mesmo Cristo ressuscitou; e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm.”(I Cor.15:13,14)

Os cristãos de Corinto podiam caminhar com essa vitória nas suas vidas, estampar nos seus rostos uma alegria santa, e permanecer firmes e inabaláveis. Podiam trabalhar para Cristo certos de que seus esforços não seriam inúteis.

E nós? Eu e você, ostentamos essa vitória em nossas vidas, e assim nos tornamos felizes em nosso dia a dia? Que não nos esqueçamos das palavras do apóstolo João: “O que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (I João 5:4).

Então, você é uma pessoa vitoriosa? Eu, com certeza, sou.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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