VOCÊ É UMA PESSOA VITORIOSA?

 

“Mas graças a Deus, que nos dá a vitória
por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.
Portanto, meus amados irmãos, mantenham-se firmes,
e que nada os abale, Sejam sempre dedicados à obra do Senhor,
pois vocês sabem que, no Senhor,
o trabalho de vocês não será inútil”. (I Cor. 15:57,58)

 Quem não gosta de vitória, na vida pessoal, nos negócios, nos estudos, e em tantas outras áreas? Sem dúvida transforma a vida dos que a saboreiam. Estampam no rosto suas marcas e facilmente todos percebem o grau de satisfação que a vitória traz.

O apóstolo Paulo, quase na reta final da sua primeira carta aos cristãos da cidade de Corinto, ergue um monumento que é o capítulo quinze. Começou escrevendo àquela igreja, e suas palavras denotavam nuvens escuras sobre seus membros. Talvez tenham causado neles muita tristeza, mas por certo trouxeram excelente ensino. Ao chegar neste capítulo majestoso, defende a ressurreição atacada pelos falsos mestres que tentavam perverter a fé de muitos daquela igreja.

Ainda hoje a ressurreição é vista com reservas por muitas pessoas, que preferem a reencarnação, sem qualquer base nas escrituras e jamais ensinada por Jesus Cristo. E o apóstolo assim escreve: “Se não há ressurreição dos mortos, então nem mesmo Cristo ressuscitou; e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm.”(I Cor.15:13,14)

Os cristãos de Corinto podiam caminhar com essa vitória nas suas vidas, estampar nos seus rostos uma alegria santa, e permanecer firmes e inabaláveis. Podiam trabalhar para Cristo certos de que seus esforços não seriam inúteis.

E nós? Eu e você, ostentamos essa vitória em nossas vidas, e assim nos tornamos felizes em nosso dia a dia? Que não nos esqueçamos das palavras do apóstolo João: “O que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (I João 5:4).

Então, você é uma pessoa vitoriosa? Eu, com certeza, sou.

Que assim seja

Orlando Arraz Maz©

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BODAS DE OURO – PRESENTE DE DEUS

 ”Quem encontra uma esposa encontra algo excelente;
recebeu uma bênção do Senhor” (Prov. 18:22)

A data de hoje, 24 de janeiro, é deveras especial para mim. Há exatos cinquenta anos casei-me com minha esposa Fátima. Vieram dois filhos, um genro, uma nora e três maravilhosos netos. Acumulamos nestes anos muitas histórias tristes e alegres, e lágrimas foram derramadas. Entretanto, tenho plena certeza de que o preceito bíblico se completou em minha vida: ”Quem encontra uma esposa encontra algo excelente; recebeu uma bênção do Senhor” (Prov. 18:22). E a bênção maior, depois da salvação de Cristo, foi ter encontrado este tesouro precioso.

Em todos estes anos procuramos viver no temor do Senhor, apesar de nossas imperfeições, levando nossos filhos ao conhecimento de Jesus como único e verdadeiro Salvador, e tudo o que aprendemos de nossos pais,      transmitimos aos nossos amados filhos, nas palavras de Asafe, escritor do Salmo 78: “…O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos contaram, não os esconderemos dos nossos filhos; contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as  maravilhas que fez” (vers.2-4)

E assim temos feito nestes cinquenta anos, contando aos nossos filhos o que Deus tem feito às nossas vidas, e por certo, eles, por sua vez, contarão aos seus filhos as maravilhas que Deus fez e sempre fará.

Portanto, desejo louvar ao Senhor nas palavras do salmista: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios” (Salmo 103:1-2).

Que nosso Bendito Pai nos conserve com saúde e com disposição, para continuarmos desfrutando a companhia um do outro, e juntos rendendo a Deus toda a gratidão.

Que assim seja.

 

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ÓRFÃOS, JAMAIS.

“Não os deixarei órfãos: voltarei para vocês.
Dentro de pouco tempo o mundo já não me verá mais;
vocês, porém, me verão.
Porque eu vivo, vocês também viverão”. (João 14:18,19)

 A orfandade de um pai ou de uma mãe é bastante triste, pois os laços afetivos são totalmente cortados, e quase sempre a estrutura familiar se desmorona. Quantas vezes deparamos situações extremamente tristes, com notícias de pais que morreram deixando filhos ainda pequenos.

O texto de nossa meditação nos dá um panorama maravilhoso de Jesus, preparando seus discípulos para a separação. Jesus sabia perfeitamente que sentiriam sua falta, pois não mais teriam aquela companhia de todos os dias, ora no monte em oração com Ele, no barco atravessando aquelas águas, enfrentando a fúria da tempestade, no deserto alimentando a multidão, e tantas outras experiências inesquecíveis.

Então, Jesus transmite sua mensagem de despedida: “Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês”.  Começou apaziguando seus corações, dizendo-lhes que na casa de seu Pai havia muitos aposentos, e que quando lá chegasse, prepararia um lugar para cada um deles. Agora os anima com esta promessa radiante. “Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês”. Havia uma esperança consoladora, que Ele voltaria para eles.

Nas separações causadoras de orfandade não há a mesma esperança, pois ninguém voltará para fazer companhia aos órfãos. Impossível. O ser humano, conforme determinação de Deus, morre uma única vez e depois disso enfrenta o juízo ( Hebreus 9:27) . Mas Jesus bem poderia fazer tal promessa, pois Ele é o autor da vida, o Deus de carne e osso.

Sua promessa foi cumprida no dia de Pentecostes, quando Ele voltou na pessoa do Espírito Santo, que uma vez acolhido em seus corações, lá ficou e ficará para sempre. Um dia voltará literalmente aos seus discípulos, e a todos quantos creram nele como Salvador, para leva-los à morada celestial.

Entretanto, Jesus deixa bem claro que o mundo (os que não creem nele) não mais o verá, mas seus discípulos, sim, pois ele vive (fato de sua ressurreição para nunca mais morrer), e nesta certeza seus discípulos viveriam também.

Como alegra os corações de seus verdadeiros filhos, seus discípulos, ainda nos dias de hoje. Além de desfrutarmos sua presença na pessoa do Espírito Santo, um dia o veremos face a face na eternidade. Não somos órfãos, sem direção, desolados, mas confiantes, pois nosso Redentor vive e nós viveremos, também, com Ele por toda a eternidade.

Então, você tem esta gloriosa esperança? Creia nele e o receba como seu Senhor e Salvador, pois assim sua presença em seu coração, na pessoa do Espírito Santo, dará outro sentido à sua vida.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

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A LUZ QUE NÃO PODE FALTAR

“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra,
e luz para o meu caminho”.(Salmo 119:105)

 

Os dias atuais não trazem qualquer alegria para todos nós, mas um misto de tristeza e sofrimento. A violência aumenta assustadoramente, e crimes atrozes são cometidos sem a menor compaixão. Os assaltos se tornaram rotina e nada intimida os assaltantes que agem à luz do dia. E assim poderíamos listar uma enormidade de ocorrências, desde os mais altos comandos da nação, até às mais simples pessoas, querendo se aproveitar de situações, tomando o que não lhes pertencem. Um quadro deveras assustador.

Olhando para a palavra de Deus, a Bíblia sagrada, encontramos situação semelhante nos tempos bíblicos. Nos dias de Noé, este era o olhar de Deus: “A terra, porém, estava corrompida diante de Deus, e cheia de violência. Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra”.(Gen. 6:11,12)

Entretanto, Deus sempre desejou mudar o coração do homem, nas palavras do profeta Ezequiel:  E lhes darei um só coração, e porei dentro deles um novo espírito; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne, para que andem nos meus estatutos, e guardem as minhas ordenanças e as cumpram; e eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus”.(Ezequiel 11:19,20),

Enquanto o coração de pedra não for removido, o que somente será possível pelo milagre da conversão, o homem continuará sendo mau e pervertido. Precisamos urgentemente da luz da palavra de Deus, que iluminará o caminho dos homens e eles seguirão em direção à cruz onde Jesus sofreu e foi crucificado, pagando nossos pecados. O salmista já possuía o segredo: ” Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho”.(Salmo 119:105) Quando o ser humano entender que a luz da salvação é o suficiente, o seu coração será transformado e seu caminho  abençoado.

Portanto, ainda há esperança. Não nas organizações criadas para o bem estar do ser humano, mas na Palavra de Deus, que uma vez apropriada, fará seu papel de transformação imediata e abençoada.

Quando a luz de Cristo que resplandece nos corações dos que já lhe pertencem, impactar outas pessoas, sem dúvida o quadro será outro, e muitas vidas serão abençoadas,

Que assim seja

Orlando Arraz Maz®

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DEUS CAMINHA À NOSSA FRENTE

“Sejam fortes e corajosos.
Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa deles,
pois o Senhor, o seu Deus, vai com vocês;
nunca os deixará , nunca os abandonará”(Deut. 31:6).

Como uma rodovia coberta pela neblina, assim se apresenta o ano novo para nós. Não podemos imprimir velocidade, pois muita cautela se faz necessária. Caso contrário graves acidentes podem acontecer com consequências tristes.

Como é compensador saber que, se de fato não podemos enxergar a “rodovia”, Deus vai à nossa frente, assim como foi com o povo de Israel na travessia do Jordão. E esta foi a mensagem de Moisés: “Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa deles, pois o Senhor, o seu Deus, vai com vocês;  nunca os deixará , nunca os abandonará”(Deut. 31:6).

E logo em seguida, Moisés anima Josué com as mesmas palavras: “O próprio Senhor irá à sua frente e estará com você; ele nunca o deixará, nunca o abandonará. Não tenha medo! Não se desanime! (Deut.31:8).

Claro que teremos dias sombrios, como um céu sem nuvens, e que por certo virão com lágrimas. Talvez sejamos acometidos por tristezas, doenças, perdas de pessoas queridas, e tudo encobrindo o caminho à nossa frente. Não nos esqueçamos:  Deus vai conosco, nunca nos deixará e nem nos abandonará. Que promessa confortante que deve nos animar e alegrar nosso coração. O povo de Israel passou o Jordão com Josué marchando à frente com eles.

Que possamos caminhar sem medo os dias deste ano, na certeza de que Deus, com seu amor, vai à frente. Assim nos garante sua Palavra, na oração do salmista: “Esteja sobre nós o teu amor, como está em ti a nossa esperança” (Salmos 33:22)

Quantos que começaram este ano sem esperança, com temores infindos dentro do coração, e nossa oração é que confiem no Senhor Deus, que o recebam como Salvador, e por certo atravessarão o “Jordão” sem molhar os pés.

E o apóstolo Paulo, ao escrever aos cristãos de Roma, os anima com estas palavras: “Que o Deus da esperança os encha de toda a alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança pelo poder do Espírito Santo” (Rom. 15:13)

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

 

 

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O VERDADEIRO NATAL

 

Mas o anjo lhes disse: “Não tenham medo.
Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria,
que são para todo o povo:
Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador,
que é Cristo o Senhor” (Lucas 2:10,11)

Natal é tempo de alegria. Mas que tipo de alegria? É euforia pelas festas, pela reunião com amigos festejando, pelo recebimento de presentes, pelo Papai Noel ou pelas comidas especiais?

Quando lemos sobre o nascimento de Jesus, descobrimos uma alegria totalmente diferente. A alegria do anjo escolhido para transmitir aos pastores  “novas de grande alegria”, dirigidas a todo o povo. Tratava-se do nascimento de um menino descrito como: Salvador, Cristo, Senhor.

Em seguida, com a mesma alegria, “de repente, apareceu junto ao anjo grande multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor” (Lucas 2:14)

Ante a majestosa contemplação, os pastores não perderam tempo e encontraram o menino deitado na manjedoura, e os que ouviram a história da anunciação contada por eles, ficaram admirados. A alegria dos pastores foi tão grande que passaram a glorificar e louvar a Deus pela notícia abençoadora. (Lucas 2:20).

Assim, esta deveria ser a alegria do natal, mas lamentavelmente não é a mesma do anjo, da milícia celestial e dos pastores. Há muito se perdeu o verdadeiro sentido do natal, e o Cristo, Senhor e Salvador, relegado a um plano inferior. O Papai Noel e sua história ganha destaque entre as famílias, e muitas crianças se alegram com ele, e desconhecem o verdadeiro natal.

O Natal de Jesus Cristo deve ser comemorado com muita alegria, pois Ele veio para ser o Salvador, Cristo e Senhor. Não há nada de errado nas comemorações, desde que sejam voltadas para o verdadeiro sentido do Natal, pois Jesus veio para morrer e dar a sua vida na cruz, para tornar-se o Salvador de todos os que creem. E aí reside toda a nossa alegria.

Que este Natal seja diferente de todos os que já passaram, e que a alegria seja contagiante em todos os corações. Jesus nasceu!

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MILAGRE? SORTE? COINCIDÊNCIA?

 

 

“Coragem.! Sou eu! Não tenham medo” (Marcos 6: 45-52)

 

A multiplicação dos pães e peixes foi um milagre extraordinário, e entre tantos outros, vem provar o poder do Senhor Jesus. Os discípulos, presentes neste dia, apenas apresentaram suas desculpas, sugerindo que para alimentar a multidão deveriam gastar muito dinheiro. A solução que encontraram era despachar o povo  para que comprassem alimentos nos campos e povoados vizinhos. E Jesus, mostrando compaixão, realizou o milagre, e com cinco pães e dois peixes alimentou a multidão. Todos comeram e ficaram satisfeitos, e ainda sobraram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe.

O evangelista Marcos relata que em seguida os discípulos foram para Betsaida, pelo mar, e Jesus permaneceu despedindo a multidão, e mais tarde subiu ao monte para orar. Ao descer, vendo a dificuldade dos discípulos em remar devido aos ventos contrários, foi ao encontro deles andando sobre as águas.   Pensaram que fosse um fantasma, ficaram aterrorizados e gritaram.  E Jesus lhes disse: “Coragem, sou eu, não tenham medo”. E o vento se acalmou.

Devemos notar que são relatados três milagres extraordinários: a multiplicação dos pães, Jesus andando sobre as águas e a calmaria dos ventos. E Jesus bem observou: não entenderam o milagre dos pães e seus corações estavam endurecidos.

O milagre dos pães seria a chave para os discípulos entenderem que não era um fantasma andando sobre as águas, mas sim, aquele que alimentou mais de cinco mil pessoas, com a pequena provisão. O Deus manifesto em carne entre eles.

Quantas vezes incorremos no mesmo erro dos discípulos. Somos abençoados com milagres todos os dias, ora nos afazeres domésticos, no trânsito, no trabalho, na escola ou na faculdade, e não descobrimos a presença de Jesus.  Daí, como eles, temos nossos corações endurecidos.

Que possamos nos apropriar das lições deixadas por Jesus, e aprender com os erros dos discípulos. Esqueceram-se do milagre dos pães  rapidamente, e que em outra ocasião acalmou a tempestade, e agora, andando sobre as águas.

Que não tenhamos corações endurecidos, mas, sim, receptivos para atribuir ao nosso Salvador todos os milagres. Não são meras coincidências ou sorte, mas  sim, manifestações reais do poder e do amor de Jesus.

Que nossa oração seja igual ao pedido feito pelo pai do menino possesso, curado por Jesus: “Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade” (Marcos 9:22-24)

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz©

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